Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Esta entrevista já tem alguns meses, precedendo mesmo a estreia deste blog. No entanto chegou recentemente via Facebook aos olhos d’O Patriarca, que ficou espantado com a quantidade de verdade por parágrafo debitada pelo senhor.

“Elas não encontram homens que lhes despertem a líbido”

                                                                                                Prof. J.L. Pio Abreu

72 anos de vida, grande parte dos quais a ouvir pessoas desvendar os seus sentimentos mais íntimos darão certamente uma visão sobre o lado oculto do ser humano que poucos terão. Apesar dos paninhos quentes com que fala (uma necessidade para quem não quer ser publicamente linchado ao tocar nestes assuntos), é notório que o senhor engoliu a pílula vermelha.

afirma que não promove o machismo – que, aliás, passou a ser uma “palavra proibida” – mas acha que vivemos tempos de um feminismo exacerbado, em que a tendência de acabar com os géneros é absurda

Garantimos que o prof. não é um dos autores da Távola Redonda!

Porque é que decidiu escrever este livro assim, em cartas às suas amigas?
Foi talvez a forma mais directa de escrever e também para amenizar um pouco as constatações que faço. Amenizar no sentido de não dizer mal do feminismo. Este é o modo como eu me dirijo às mulheres e tem a ver com o facto de muitas vezes ter de lhes dizer “cuidado com os homens” porque elas não os entendem, não os conhecem e não os tratam bem.

Depois de amenizar a questão, começa a disparar – as mulheres não tratam bem os homens!

As mulheres não tratam bem os homens?

Terá a entrevistadora molhado um pouco a cueca?

Em geral, não. Há uma grande diferença de entendimento – é muito difícil para uma mulher compreender um homem, tal como para um homem compreender uma mulher. É um facto antigo. As relações humanas são muito paradoxais, não são simples e muito menos naturais. E posso dizer que quem está em maiores dificuldades são as gerações mais novas.

 As gerações mais novas estão a ser cada vez mais bombardeadas com a negação daquilo que se sabe desde a antiguidade. As dificuldades são propositadas.

Porquê?
Por causa das dificuldades de relacionamento. E porquê? Porque os homens desistem de estudar, da leitura, de se cultivar. Isso acontece logo na escola. Repare que são elas que entram nas universidades.

E porque é que eles desistem?
Porque o ensino secundário não está preparado para eles. Por exemplo, os homens que chegam a Medicina passam o tempo todo a estudar e conhecem muito pouco da vida. Já as mulheres aprendem muito facilmente. O ensino está feito para elas.

Já se vai tocando no tema de forma tímida, mas indo contra a agenda instituída dificilmente o assunto tem muita visibilidade. Com as Catarinas e Mortáguas desta vida à frente dos destinos do país, o que interessa é perceber se os transgénicos estão satisfeitos com as casas de banho.

E acha que isso é mau?

Como se atreve, seu chauvinista??? IGUALDADE É AS MULHERES PASSAREM À FRENTE PORQUE RAZÕES!!!!!

É. Porque devia haver uma paridade como noutras áreas, como na política. O ensino secundário deveria ser preparado adequadamente para os homens, sem ser este ensino massificado de papel e lápis. No meu tempo existia actividade, trabalhos manuais, desporto, música. A falta de investimento no ensino reduziu-o ao papel e lápis e para isso as raparigas estão muito mais bem preparadas. Estamos numa época em que ninguém raciocina profundamente porque só lêem no Facebook, apanham tudo de ouvido. Raciocínio, escrita, pensamento crítico, isso não há.

Este homem precisa de um guarda-costas. Uma das capazes ainda lhe crava uma faca ferrugenta entre as omoplatas.

O que é que as mulheres têm dificuldade em digerir, como diz?

COMO DIZ????

O facto de os homens às vezes olharem para outras mulheres ou até se envolverem. As mais inteligentes percebem que eles precisam disso. Todos os dias vemos dramas de homens que matam mulheres, mas não se sabe o que é que aconteceu antes disso. Normalmente, o homem está controlado, depois bebe e explode porque não aguenta mais. É extremamente difícil para eles quando elas os mandam embora e lhes ficam com os filhos. Isso é trágico.

E em Portugal ainda não é assim tão mau, mas se continuamos a importar feminismo do estrangeiro, vai piorar.

Em que é que o papel homem-mulher precisa de ser alterado?
Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens. Antigamente, eles tinham um papel importante – guardavam o território e as mulheres tomavam conta das crianças. O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas. A vantagem é que eles têm mais força e estão mais preparados para a luta. Mas o trabalho pela força está a ser substituído por máquinas e o que é que resta aos homens?

O Patriarca já não se lembra muito bem desta parte das aulas de biologia e não tem paciência para investigar. Fica-se pelo contentamento de alguém ter massa testicular suficiente para afirmar publicamente que os homens e as mulheres têm tendencialmente papéis distintos.

As mulheres hoje são menos felizes?
A felicidade é uma coisa que não se mede. O que eu sei é que as minhas amigas, que são da geração da emancipação das mulheres, hoje têm filhos e netos e estão na melhor fase das suas vidas, sobretudo se não tiverem homens. Se falarmos em termos de desejo sexual, antes as mulheres eram muito inibidas, mas actualmente também não estão satisfeitas nessa matéria, na maior parte dos casos. Acho até que existe pouco desejo sexual.

Sim, todos os dados apontam nesse sentido!

Porquê?
Porque as mulheres são todas notáveis, inteligentes, têm cursos superiores e não encontram homens à altura, capazes de lhes despertarem a líbido. Podem até ter relações efémeras, que não passam disso. A não ser que eles comecem a acompanhá-las, estudando.

Hipergamia, já dizia O Patriarca.

Qual é o principal problema dos homens?
Talvez seja o álcool. O álcool é a pior droga actualmente e está a destruir os homens, sobretudo os que têm problemas com as mulheres. E são muitos.

Aqui tenho de discordar do professor. Como psiquiatra, é natural que pense isso, dado que trabalha certamente com alcoólicos. No entanto, O Patriarca apontaria a desadequação que sentem muitos homens, provocada pela obliteração dos papéis de género, como um estímulo importante para a busca da fuga nessas substâncias.

Diz que os avanços da Medicina aumentaram a esperança de vida, o que leva a que as pessoas tenham relacionamentos depois dos 50 anos.
Sim, e isso é óptimo! As pessoas depois dos 50 já não têm filhos pequenos e têm disponibilidade para se relacionarem sentimentalmente. Antes eram poucos os que chegavam a velhos e agora, como existe mais tempo de vida, têm de se entender com outras pessoas que não sejam os filhos. Até nos lares há histórias de amor muito engraçadas aos 80, 90 anos. As mulheres então têm muita necessidade de conversar, já os homens falam muito pouco, não contam a sua vida, não abrem a sua privacidade.

O que não foi dito: Os homens depois dos 50 continuam a ter mercado entre as mulheres abaixo dos 40 (e dos 30!), embora muitos não o saibam. O que deixa as mulheres não emparelhadas acima dos 50 numa situação complicada.

Não será uma questão cultural?
Não é só uma questão cultural. Há diferenças cerebrais, não são só físicas, anatómicas. É aí que as feministas me atacam. Dizem que é igual. Não é! Por exemplo, a linguagem nos homens está muito dependente do hemisfério esquerdo, se tiverem uma lesão não conseguem falar. Já as mulheres se tiverem o hemisfério esquerdo afectado continuam a conseguir falar. O modo de conversar também é diferente. Eles são mais teóricos, falam de futebol e automóveis, e elas atiram-se mais à vida privada, aos filhos, à casa, apesar da emancipação. Claro que a cultura evoluiu muito, mais do que a cultura as tecnologias de comunicação, com a qual não sabemos lidar. Só que os nossos genes não mudaram nada, são os mesmos que adquirimos há milhares de anos.

Quando as fantasias feministas chocam com os factos, nascem os trigger warnings, as acusações de misoginia, e a cultura de couve-nabiça.

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O Patriarca não garante que A Távola Redonda alguma vez se canse desta chalaça

Numa das cartas, refere que os telemóveis e as redes sociais nos trazem graves problemas. Que problemas são esses?
Isso é uma desgraça. O problema é os homens e as mulheres descobrirem que são traídos, ou pelo menos interpretarem assim as mensagens que o outro tem no telemóvel ou no Facebook, que por vezes são inócuas. Se lerem uma coisa do género: ‘Olá como estás, tenho tantas saudades tuas. Se estiver desconfiado é certo que vai pensar que está a ser traído. As mulheres se forem aos telemóveis dos homens, encontram sempre um motivo para os mandar embora. E eles a mesma coisa. Só que eles entram em desespero porque fere a sua condição masculina. Sempre foi assim.

Claro. Um par de cornos num homem é um golpe no âmago da condição masculina – a confiança de que os seus filhos são seus (O Patriarca defende que todos os homens deviam fazer testes de paternidade aos seus filhos, independentemente do grau de confiança que tenham na mulher). Já numa mulher, um par de cornos é também um golpe duro, mas brutalmente mitigado por carregar fortemente num dos maiores mecanismos de atracção feminina – a pré-selecção.

Eles traem mais do que elas?
Os homens até não se importam que as mulheres tenham admiração por outros desde que não vão para a cama com eles. Só que elas quando se envolvem, apaixonam-se. Já os homens aproveitam as oportunidades, mas fazem o possível para não se apaixonarem. Aí elas também não se importam que eles tenham relações ocasionais. Só se chateiam se eles se apaixonarem. E isto é uma coisa muito paradoxal. Cada um impede o outro de fazer aquilo que mais faz.

Boa fuga, professor. Evita responder a uma pergunta sobre a qual não há dados fiáveis, e desvia a conversa para outro motivo pelo qual a traição feminina é muito mais grave – uma mulher quando trai é porque tem sentimentos por outro homem, ou então já não sente nada pelo seu. Um homem trai porque havia um buraco novo e excitante onde ele queria experimentar meter a picha.

Então considera que o regresso de uma pequena dose de machismo não seria mau?
Machismo? Essa é uma palavra proibida. Já viu que toda a gente pode falar em feminismo, mas em machismo, não? Há 50 anos, mesmo os homens mais progressistas não deixavam as mulheres estudar, metiam-nas em casa a aprender lavores, o máximo que elas podiam chegar era a assistentes sociais. Eles tinham medo delas e metiam-nas em casa, mas eles podiam andar com todas. Era uma sociedade extremamente machista, em que as esposas, puras, eram para ficar em casa a tratar dos filhos. Claro que hoje este machismo não está adequado. Mas o que eu acho é que vivemos uma fase de feminismo exacerbado, estas novas tendências de acabar com o género são absurdas. O individualismo não existe.

O Professor poderá ser uma alma gémea d’O Patriarca.

Ou seja, os homens precisam das mulheres e as mulheres dos homens?
Sem dúvida. Claro que as mulheres fizeram muito bem em emancipar-se. Encheram as universidades, mas têm um ressentimento, mesmo sem o assumir, contra os homens que não olham para elas. Eles muitas vezes têm medo de uma mulher muito inteligente.

O Professor sabe que as mulheres odeiam o facto de os homens não quererem enfiar o pénis no canudo delas. Coitado, tem de meter aqui um pouco de politicamente correcto. Mas não é medo. É simplesmente porque ninguém as atura se não forem boas, e a conjugação é rara.

cindy crawford IQ 154
Era o QI de 154 da Cindy que nos punha loucos

O que acha da exibição nas redes sociais, das selfies e de publicações desenfreadas?
No Facebook passam-se grandes coisas. As pessoas escrevem demais e lêem de menos. Estamos numa época de narcisismo, como se nos estivéssemos permanentemente a ver ao espelho, homens e mulheres, então elas se forem bonitas… as redes sociais servem para isso. Contam os gostos, as pessoas que concordam com eles, é como se se estivessem a ver ao espelho. Todos temos o direito
de nos sentirmos grandes nalguma coisa, mas isto é tudo muito exagerado.

As redes sociais são um amplificador da natural propensão das mulheres para tentar ser o centro das atenções. E uma lembrança constante (ainda que geralmente ilusória) de que se largarem o seu Beta há 30 Alfas ao virar da esquina com quem se poderiam envolver.

Esta obsessão com as redes sociais é outro factor que prejudica a relação homem/mulher?
Sim, a relação virtual prejudica muito, sobretudo a quem vive só disso. Mais vale ir apanhar pokémons. Há uma outra coisa importante: as redes sociais substituíram a imprensa, que acaba por seguir aquilo que é discutido no Facebook.

Fun fact: o Pokemon Go é uma boa desculpa para engatar mulheres.


Muitos parabéns ao Prof. José Luís Pio Fernandes pela primeira distinção “Chauvinista do Mês” na Távola Redonda. Esperamos que se mantenha uma voz da verdade por muitos anos, e que haja outras vozes a juntar-se à sua na cruzada pela sanidade.

Sexo com o período

Para os homens com uma libido baixa, isto será um não-problema. Para os que vivem num “quarto morto” (dead bedroom – relação em que o sexo deixou de fazer parte do cardápio), é mais uma semana num deserto de meses ou anos. Para os que se contentam com uma vida sexual sub-óptima, é uma chatice inevitável.

O Patriarca não se contenta com pouco, e acha que um homem que se presta a uma relação monogâmica deve ter acesso ao corpo da sua mulher quando bem lhe apetecer. Isso inclui não andar a esgalhar o pessegueiro durante uma semana por mês só porque o Benfica joga em casa.

Pressupõe-se, claro, que o homem em questão não tem aversão a sangue. Dado que este blog não é dirigido a mariconços, não deverá ser um obstáculo. [Nota: O Patriarca não está a fazer pouco do respeito que se deve ter ao sangue como potencial veículo de doenças infecto-contagiosas, mas sim de reacções abichanadas à presença do mesmo] 

Supõe também este artigo que não estamos perante uma mulher com períodos complicados, com dores abdominais intensas, irritabilidade, sintomas depressivos, etc. [Nota: Foge. Arranja outra. Sexo com o período é o menor dos teus problemas. Queres mesmo aturar essa merda até à menopausa?]

Resta-nos então o maior e mais comum obstáculo: a moça não quer foder quando está com o período, porque tem vergonha / tem nojo / suja tudo / outra desculpa qualquer. Para desmontar isto, é preciso em primeiro lugar constatar o óbvio, que por alguma razão escapa à maioria dos homens.

A mulher que andas a foder sangra mensalmente da cona há qualquer coisa entre 4 e 40 anos. Para ela é algo absolutamente normal. O nojo do período já lhe passou há muito tempo. Ela quanto muito tem medo que tu tenhas nojo, ou que a vejas como uma badalhoca. O que nos leva ao sumo deste post.

O verdadeiro motivo para o tabu do sexo com o período

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Na verdade, estamos perante um gigantesco híbrido de ASD e shit test.

Por um lado ela quer mostrar que não é uma rameira que gosta tanto de levar no pito que o faz mesmo que este esteja a jorrar sangue.

Por outro, e mais importante: ela está a indagar que tipo de homem és tu? És um mariquinhas que se impressiona com sangue e concorda que o sexo com o período é um nojo? És um quase-virgem com tão pouca experiência com mulheres que a menstruação te parece biologia extraterrestre? És um Beta que está tão grato por ter um buraco onde molhar a piça que se presta a suprimir os seus desejos durante 20% do mês, só para não melindrar a porteira?

Ou és um Homem, com uma dose saudável de testosterona a circular nas veias, que se aceitou dar a exclusividade do seu membro viril a uma moça, se sente no direito de ter acesso não restrito ao corpo da mesma, e não é uma objecção mal parida e pouco convicta que o vai convencer do contrário?

É isto, na realidade, que está em jogo quando surge a questão do sexo durante o período. E só se manifesta numa relação já estabelecida, porque numa fase mais casual elas pura e simplesmente não deixam que se proporcione. Aqueles dias em que ela está muito atarefada e só tem tempo de tomar um café? Ou aquele fim-de-semana em que há uma desculpa esfarrapada para não se encontrarem, ou um programa que não deixa o mínimo espaço para intimidade? Provavelmente há tons de vermelho na sua origem.

Claramente, então, o sexo com o período é desejável numa relação, tanto pelo bem estar do homem como pela dinâmica do casal.

Como ultrapassar os bloqueios?

É preciso ter bem presente que todas as mulheres vão pôr entraves. A relação vai muito bem, fodem que nem coelhos quando estão juntos, começam a fazer planos mais alargados… E há um dia em que um fim-de-semana fora já há muito planeado a apanha com o período.

Este primeiro impacto frontal com o tabu é muito importante. Não é depois de meses ou anos a respeitar a “semana proibida” que se vai reverter a frame. Esta tem de ser imposta bem cedo.

Em primeiro lugar, há que deixar bem claro que o problema só existe na cabeça dela. Não pode haver qualquer dúvida de que és um homem a quem o sangue não impressiona. Idealmente já é essa a frame que passaste desde o início da relação. Ser uma espécie de “troglodita refinado” ajuda (ou simplesmente troglodita – a falta de educação só não é perdoada aos betas).

Em segundo lugar, embora o cerne da questão seja emocional e subconsciente, ela vai ter argumentos racionais para não o fazer. Esses sim têm de ser desmontados racionalmente.

  • Suja tudo – põe-se uma toalha por baixo, que depois vai para lavar
  • Tem nojo – bullshit, andas a sangrar daí há x anos, achas mesmo que eu acredito nisso? Não te preocupes, eu não julgo
  • O que é que o pessoal do hotel vai pensar? – acredita que já viram bem pior que umas manchinhas de sangue
  • DSTs – para uma relação esporádica… sim, aumenta um bocadinho o risco de transmissão de coisas. Para uma relação continuada, o aumento de risco é irrisório – e além disso já se testaram certo?
  • Perigoso para a saúde – absolutamente falso.

Antes que os betas na audiência vão a correr buscar o portátil para fazer um Powerpoint… Calma! Isto tudo é, naturalmente, feito num clima de sedução, de preferência com uma garrafinha de vinho ou champanhe, e a escalar fisicamente ignorando completamente as objecções dela como se de um novo engate se tratasse. A mulher deve ser seduzida como se nunca lhe tivéssemos desbravado as partes pudendas, e estivéssemos a enfrentar LMR. Se tudo correr bem, atingirão um tal estado de tensão sexual que ela vai mandar os obstáculos às urtigas e talvez até implorar-te que metas de vez o tarolo!

Colhendo os benefícios

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Parabéns! Desbloqueaste um dos grandes entraves a uma vida sexual masculina plena. Já não há cá aquelas semanas a tocar ao bicho ou a pensar que aquela gorda da contabilidade até se fazia. Mas há outras vantagens secundárias.

  • Aferição de status – se a tua fêmea não te deixa fodê-la sem restrições… cuidado, podes ser um beta! Trabalha nessa frame.
  • Contraste – é muito improvável que sejas o seu primeiro homem, mas é muito provável que sejas o primeiro a fazer isto. Distinção automática de todos os betas com quem ela andou, e talvez comparação positiva com outros alfas.
  • Banhar a espada em sangue – Nem todos os homens conhecem o sublime prazer de olhar para baixo e ver a sua espada de carne pintada com sangue de fêmea.

Boas estocadas!

Marca Beta do Mês – Preservativos Control

Em homenagem ao clássico “Beta of the month”  do Chateau Heartiste, onde o mesmo expõe casos de comportamentos beta dos mais tristes exemplares masculinos. A Távola Redonda traz-vos a versão Portuguesa para marcas comerciais.

O objectivo, esmiuçar as situações em que a violação dos preceitos masculinos é de uma grandeza tão constrangedora que a exposição pública é absolutamente necessária para estancar esse mal.

A história deste mês começa com o seguinte anúncio no facebook da marca Control.

control

Em suma, uma marca cujo público-alvo são homens faz uma afirmação de que estes gostam de uma determinada posição sexual, onde a mulher se encontra dominada pelo mesmo. À primeira vista, nada de novo. Não é preciso ter-se uma grande experiência sexual para saber que as mulheres gostam, e muito, de ser dominadas na cama ( e mesmo fora delas). Ora vejamos o que se seguiu.

control portugal beta

Surpresa?! Não… Como seria de esperar uma chuva de mensagens de feministas indignadas e manginas em busca de aprovação (destas primeiras) inundou as redes sociais. As feministas como se sabe – já não têm quaisquer lutas credíveis para onde se virar – para manterem esse lobby vivo, passaram a alimentar-se de tudo o que possa ser usado como arma de arremesso para atacar o sexo oposto.

No entanto, até o mais ingénuo dos transeuntes que tenha dado de caras com o anúncio, deverá ter percebido que aquilo era, apenas, uma imagem com piada e um comentário com o objectivo de gerar uma certa onda, sem contudo ferir qualquer pessoa ou susceptibilidade.

De modo que, o desfecho da história vai mostrar-nos, mais uma vez, a falta de coragem para manter posições que assola a nossa sociedade.

beta do mes

Pois bem, a Control Portugal vacilou totalmente, tal como o mais inocentes dos beta, ao primeiro sinal de indignação da fêmea, foi imediatamente a correr pedir desculpa.

Como é que uma marca direccionada a homens (masculinos) que fazem sexo, pode ser coerente se não é capaz de aguentar uma simples frame?

Felizmente para nós, muitos portugueses começam, cada vez mais, a abrir os olhos e aperceber-se das verdades da Red Pill. Deixo-vos, no final do post, a  transcrição na íntegra da brilhante resposta ao sucedido do comediante Paulo Almeida.

E, porventura, quando forem a uma farmácia comprar preservativos. Lembrem-se de que existe uma grande probabilidade da fêmea que vão partir, estar ao corrente da falta de colhões que representa a control. Pensem duas vezes, se querem correr o risco de ser associados a marcas Beta.

“No dia 31 de Março, a Control publicou esta imagem na sua página de Facebook acompanhada do texto “Esta é a posição que mais agrada aos homens e nada mais é do que a mulher ficar de 4, dando total poder ao homem sobre ela. Experimenta que o resultado será bom de certeza.”
Umas horas depois emitiu o pedido de desculpa que podem ver na imagem e apagou a publicação.
Porquê?
Porque centenas de indignados inundaram a caixa de comentários da marca e acusaram-nos de machismo. Horas depois, a plataforma “Capazes” aproveitou a onda, quiçá para tentar vender mais 1 ou 2 produtos de merchandising, felicitou a Control pela atitude e deixou um conselho para que “as próximas campanhas sejam um reflexo de uma evolução na comunicação” porque não querem ler posts destes. Isto depois de terem comentado esse mesmo post dizendo “Control Portugal que vida sexual aborrecida que vocês têm! É que esta cena do poder…é muito relativa. Sabem que também há homens que ficam de 4 nesta posição? E super “agradados”? Experimentem. O resultado será bom com certeza. Beijinho no ombro.”
Uma evolução na comunicação?! Não me lixem.
Isto é um retrocesso na comunicação, isso sim. Hoje em dia quando meia dúzia de pessoas se juntam online para fazer queixinhas, a maioria das marcas e figuras públicas ficam com o rabo entre as pernas e preferem pedir desculpa indo contra o que acreditam para não perderem 4 clientes ou patrocínios, do que cagar de alto para esta meia dúzia de ditadorzecos wannabe.
Sim, esta era uma campanha dirigida aos homens, baseada numa suposição popular e conhecida de que esta é a posição que mais agrada ao sexo masculino e utilizaram um homem e uma mulher porque nas palavras da marca, “é apenas uma forma de comunicar usando os símbolos presentes no logotipo”.
Podiam ter invertido a situação? Podiam ter usado 2 mulheres ou 2 homens? Podiam. Mas não o fizeram simplesmente porque esta campanha era dirigida ao público masculino heterossexual. Ponto.
Esta nova cultura do “desculpismo” preocupa-me porque está a colocar um poder cada vez maior nas mãos de grupos organizados e de patetas solitários que pensam que são os provedores da moral e dos bons costumes da internet. E preocupa-me ainda mais porque da internet para o mundo real é apenas um pulinho, e qualquer dia dizer “bom dia” a um amigo que encontramos na rua vai ser considerado “ofensivo” e “sexista” porque não dissemos “bom dia” a todas as mulheres, bissexuais e transgéneros que possam estar hipoteticamente num raio de 500 metros.
Não há mesmo pachorra para isto.
Publicitários, marcas, figuras “públicas”…faça-me um grande favor e ganhem um par de c*lhões para mandar esta gente toda para o caralh* ok? «

Le Pen lança bomba nuclear de persuasão

Quem acompanhou as eleições americanas sob a perspectiva Alt-Right, principalmente se seguiu comentadores como Scott Adams, Mike Cernovich ou Château Heartiste, percebeu que Donald Trump não ganhou as eleições pela via tradicional política mas sim na base de persuasão pura.

Pois bem, poderemos estar perante uma situação semelhante – repare-se na bomba que Marine Le Pen lançou sobre Emmanuel Macron, da qual poderá não haver escapatória possível (sob o ponto de vista persuasivo).

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“Ganhe quem ganhar, a França será liderada por uma mulher – eu ou a sra. Merkel”

Marine Le Pen

Esta tirada é fabulosa a vários níveis. Até porque está a ser citada por várias fontes como “Ganhe quem ganhar, a França será liderada por uma mulher”, que é a parte gorda da frase, que como já sabemos é o que passa no modo como as notícias se espalham hoje.

  1. Planta a ideia de uma mulher a mandar em França como um dado adquirido, sem entrar no jogo de “votem em mim porque sou mulher” que já se viu que não resultou com a Hillary. Assumir a venda.
  2. Não haverá muitas figuras mais detestáveis na política europeia actual que Angela Merkel. Ao colocar-se como oposição à austera megera em vez do “queridinho” Maricon, torna-se bastante mais apelativa. Reframe.
  3. Neste momento a grande dúvida sobre o Macron é se ele é beta ou gay. Seja como for, está casado com a mãe – há dúvidas sobre a dinâmica de uma relação que quando começou era entre um miúdo de 15 anos e uma matrafona de 39? A mulher é quem manda lá em casa – e se ele ganhar, em França. AMOG.
  4. Ainda pegando nas tendências efeminadas do rapaz… pode-se imaginar que a outra mulher a que Le Pen se refere é ele! Ora para isso, mais vale votar numa mulher a sério. AMOG.

Tudo junto, dá uma bomba nuclear de persuasão, que se tivesse sido lançada mais cedo teria certamente efeitos devastadores. A 4 dias da eleição, com uma vantagem de 20 pontos para Macarron, possivelmente não terá tempo de exercer a influência insidiosa necessária para virar o rumo aos acontecimentos. Mas tendo em conta a desonestidade falibilidade das sondagens actuais, quem sabe o que poderá acontecer?

O Patriarca não tem especial apreço por Le Pen, dadas as suas tendências demasiado populistas e socialistas. Mas entregar o destino de uma das maiores nações da Europa a um triste beta sem filhos próprios que passou a vida a comer pachacha bolorenta, é quase tão mão como entragá-lo a uma velha amargurada sem filhos como o fez a Alemanha com os resultados catastróficos que se conhece. Gente que não tem motivos para olhar para o futuro só quer destruir o presente e obliterar tudo o que é normal e bonito.

Irina 

Nota prévia: o que se segue não é para betas, sob risco de sair pela culatra.

Actividade interessante para picar a namorada: dirigir a conversa para como a publicidade da Irina Shayk está por todo o lado. Não é difícil, há literalmente um cartaz em cada esquina e elas andam malucas com isso. Comentar como a Irina é realmente uma mulher estupenda. Não há nenhuma gaja com vergonha na cara que se atreva a contestar isso.

E agora a parte divertida: cada vez que se vê um cartaz, dizer “Irina!”

A namorada d’O Patriarca neste momento odeia a puta da Irina, a Rússia e as russas. Já está combinado irmos a uma loja da Intimissimi comprar um daqueles soutiens.

Esta campanha não vai durar sempre, mas o princípio é eterno: ABQ / ABT (Always Be Qualifying/Teasing).

Os preliminares são para frouxos

Nota prévia: O Patriarca gosta muito de chupar cona. Este artigo não é um ataque à nobre arte do cunnilingus.

Qualquer pessoa que não tenha vivido debaixo de uma pedra nos últimos 30 anos sabe como os preliminares são absolutamente imprescindíveis para que uma mulher desfrute totalmente do acto sexual. O Patriarca cresceu bombardeado por esta narrativa, e ainda hoje basta passar os olhos pelos escaparates de revistas para encontrar um qualquer título de capa papagueando sobre o assunto.

Uma pesquisa rápida no Google não é menos fértil. Ainda este mês, a nossa querida Bárbara revelou que Carrilho falhava neste ponto (não será analisada com mais profundidade a vilificação que sofreria o ex-ministro se referisse que a ex não lhe lubrificava a ogiva com a regularidade desejada). Uma sex coacher (não podemos chamar-lhe treinadora sexual? Ou isso podia ser confundido com puta?) afirma que são o prato principal e não uma entrada. O leitor seguramente estará ciente de muito mais exemplos.

O Patriarca, em tempos longínquos, quando a sua experiência com mulheres era limitada ao plano teórico, acreditava nesta narrativa. Claro que, como é frequente em semelhantes assuntos, a exposição à realidade (sob a forma da prática frequente das artes fodengas com um número apreciável de parceiras) encarregou-se de desfazer a ilusão.

Os preliminares, na verdade, são absolutamente desnecessários para a satisfação sexual de qualquer uma das partes. Agradáveis, sem dúvida, até porque o adiar do coito propriamente dito pode potenciar a excitação e levar a sessões verdadeiramente épicas. Mas – chegando finalmente ao ponto de partida deste artigo – só são “exigidos” a frouxos. Por outras palavras, os preliminares são o dever do beta.

A palavra delas

Mas como O Patriarca é um troglodita misógino, se calhar não devia ter a última palavra sobre o assunto. Nada como perguntar às mulheres, certo?

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Ok, já deu para parar de rir. As mulheres são uma fonte de informação valiosa sobre a sua própria sexualidade, mas qualquer pergunta directa leva a respostas que não passam de um misto de racionalizações, cortinas de fumo e clichês socialmente aprovados que não servem absolutamente para nada. As pérolas de verdade obtêm-se através de perguntas tangenciais – por exemplo, como é a sensação de excitação sexual? Algumas citações seleccionadas:

Yeah, a penis around here would be pretty great

Ahh…for me, it’s the feeling of wanting to be filled so badly that it hurts. Like, it physically aches from how badly I need it.

I’ve gone from goose bumps all over my body to trying to press myself deeper into my partner

I have trouble thinking about anything other than my complete desire to be filled.

Something that always happens is the need to be filled, I can’t describe it but I just feel empty and want something in me; sliding.

it’s more like this achy, throbbing desire for pressure on the outside parts, and the feeling of needing something in me to grip on.

Imagine having a meat cave in between your legs that really likes the thought of having something inside of it, stretching it out and pounding it repeatedly.

I’ve now reached the persistent fantasy of having my face shoved into the pillow, hair in hand, and a big, thick cock pushing inside of me agonizingly slow before pounding the shit out of my eager pussy until I’m spent. To the point I can almost feel it now.

The whole area feels warm and all you can think about is getting fucked in the most depraved, primordial manner.

E por aí fora, mas torna-se repetitivo. A sensação mais frequentemente e graficamente mencionada é o desejo de ser preenchida. Praticamente ausentes estão os famosamente imprescindíveis preliminares – seja beijos, amassos, sexo oral – ou então perfeitamente secundarizados frente à urgência de levar com um tarolo entre as pernas.

Os preliminares não são então mais que a versão sexual das bebidas à borla, flores, jantares românticos e jóias: instrumentos com os quais os betas acreditam que podem negociar/induzir o resultado que desejam. Respectivamente, excitação sexual e atracção. E quem está familiarizado com a Red Pill sabe que ambas as estratégias estão condenadas ao fracasso, pois tanto a atracção como a excitação não podem ser negociadas.

Toda a gente conhece o clássico exemplo da gaja que fodia desconhecidos na casa de banho da discoteca, mas depois de uns anos com o namorado que a adora e lhe lambe o pito horas a fio não tem vontade de ter sexo. Os “quartos mortos” são um problema extremamente frequente, como pode atestar a imagem abaixo:


O Patriarca garante que os milhões de homens que tornaram estas pesquisas nas principais sugestões do Google já fizeram ou vão fazer todos os preliminares conhecidos pela espécie humana. Se calhar ainda inventam mais alguns. E vão continuar na mesma. O problema não está nas partes baixas.

Mas então fazer minetes (ou outros preliminares) é beta?

Mais uma vez, o contexto e a atitude são a chave. Fazer um minete não é beta. Fazer um minete porque se não o fizeres a vagina dela mais parece o Sahara, ou porque tens medo que ela te deixe, ou ela não quer foder sem uma sessão de 1h de língua antes e mesmo assim se calhar no fim já está cansada e não lhe apetece, é BETA.

Muitos homens nunca terão tido essa experiência, mas uma mulher excitada só pensa em arrancar a roupa e sentar-se num chouriço da marca Metello. Mesmo que não esteja a pensar em sexo, quando há atracção genuína, ser atirada de ventre, para cima de uma cama (ou contra uma parede), e sentir um bafo de homem no pescoço é o suficiente para produzir mais lubrificação num minuto do que muitos gajos vêem na vida inteira. Mais do que uma vez O Patriarca foi interrompido na sua apreciação oral de coninha asseada porque “quero pila JÁ!”.

O preliminar com desejo prévio é redundante. É um amplificador, um tempero. É o molho de natas em cima daquele bife que só grelhado na chapa já estaria magnífico. Memorável, digno de menção na TimeOut e se calhar voltas lá todos os meses e nos intervalos lembras-te dele de vez em quando. Mas na verdade, comer aquela bomba todos os dias até se tornava enjoativo, para além de ir tudo parar à coxa.

O preliminar sem desejo é um nado-morto. É uma tentativa de activar fisicamente um evento que ocorre dentro da cabeça. É o típico método beta de buscar uma resolução lógica para um processo emocional (estimular clítoris – activar desejo). É a tortura da alma de milhões de frouxos que dão voltas e voltas à cabeça e à língua a tentar encontrar a fórmula mágica para incendiar as virilhas da cara-metade, enquanto bestas como O Patriarca ignoram protestos mal-amanhados das queridas que não querem foder porque estão de birra, e sem tirar as cuecas as levam ao clímax só com estocadas de piça.

O melhor preliminar, no fim de contas, é ser alfa. Ser o gajo que lhes dá a volta à cabeça, que elas desejam visceralmente, com quem passam os dias a fantasiar sobre o momento em que finalmente ele as vai tomar como suas e aplicar o martelo pneumático que lhes deixa as pernas a tremer.

Dia de São Valentim

skittles

Ontem foi dia de São Valentim. O Patriarca é Benfiquista, e tem namorada. Marcou jantar para as 22h. Saiu do trabalho, sentou-se num café perto do local onde a cara-metade tem aulas, a beber tranquilamente umas imperiais enquanto via o inapropriadamente calendarizado embate entre Benfica e Borussia Dortmund. A querida juntou-se a ele pouco depois. Não aprecia particularmente futebol mas o entusiasmo contagia-se. São Ederson salvou a noite desportiva.

Mas O Patriarca não tinha nada para oferecer à querida (para além do jantar). Para ser honesto, até tinha intenção de comprar uma flor ou um cartãozito lamechas, mas uma semana de loucos não o permitiu. Foi com algum alívio que constatou que não estava numa relação com um transgénico particularmente bem conseguido, pois como boa mulher não perdeu a oportunidade de comentar “Então e não me compraste nada??”

“Pensava que a partir de um certo grau de ser DO CARALHO um gajo estava dispensado dessas coisas”

Seguiu-se uma tentativa de resposta indignada que fez um péssimo trabalho em disfarçar um brilho de luxúria nos olhos. Não se tocou mais no assunto, o jantar foi excelente. O garçon ainda providenciou uma rosa. Desnecessário, mas perfeito.

O Patriarca foi furiosamente cavalgado nessa noite. Os vizinhos não devem ter gostado. Ao preparar-se para adormecer, não pôde deixar de esboçar um sorriso maldoso ao imaginar a quantidade de Benfiquistas por esse país fora que não viram o jogo e ainda lidaram com uma “dor de cabeça”.

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Um homem confiante na sua frame dá presentes à namorada quando quer e quando pode, pelo prazer de o fazer e não pelos resultados que isso lhe possa trazer. Ela vai respeitá-lo  e desejá-lo quer venha com um ramo enorme de rosas quer venha com as mãos a abanar – desde que ele não se ponha a tentar arranjar justificações e desculpas como um beta.

E em caso de dúvida, sê um homem Skittles. (tl;dr – duas amigas descobrem que tinham andado a ser comidas pelo mesmo gajo, que mantinha uma espécie de harém e lhes oferecia Skittles no aniversário)