Anúncio aos Betas à espera

Um dos temas mais batidos da Red Pill é a chamada “Parede” e os seus efeitos na vida amorosa das mulheres.

O ninho das harpias teve recentemente a cortesia de partilhar os desvarios de uma mulher agudamente ciente da expiração, à beira dos 40 (pelas fotos podiam ser quase 50), do seu prazo de validade. Vem em código, naturalmente, como tudo o que as mulheres dizem sobre estes temas, mas a mensagem é clara para quem sabe ler as entrelinhas: a autora andou a vida toda no carrossel das piças, a dedicar o “coração” (leia-se, todos os orifícios do corpo) a Alfas com um SMV bem acima do seu, que não conseguiu nunca segurar e que a usaram e deitaram fora. Mas agora sim, já aprendeu a amar e está pronta para encontrar a pessoa certa (ou seja, já se conformou com a inevitabilidade de ter de tolerar um Beta se não quer acabar sozinha).

Serve este post não para humilhar a dita que, coitada, se limitou a seguir os seus instintos e uma narrativa que encoraja este tipo de comportamento – apenas como aviso à navegação para as jovens que pretendam seguir estas opções de vida, e para os Betas que ponderem ficar com estes restos humanos (e sem acesso a todos os orifícios, porque ela “já não faz essas coisas”).

mais um tijolo na parede
Mais um tijolo na parede

AOS (DES)AMORES

Não é fácil chegar à porta dos quarenta anos e ter de admitir – para mim, principalmente – que afinal não sei amar. Mas a realidade é mesmo esta. Eu não sei amar. Não o soube este tempo todo. Caramba. Afinal, eu – eu que sempre me achei a sensibilidade em pessoa – nunca percebi nada sobre o que é amar. Andei este tempo todo a fazer as coisas ao contrário. Eu, que me virava do avesso para que tudo estivesse direito; eu, cuja pele nunca se arrepiava só por fora; eu, que passei noites a fio à espera que chegasse o dia, na verdade, nunca soube amar. E digo isto porque, hoje, possuo o discernimento necessário que me permite perceber que aquilo que eu fazia era idolatrar, não era amar.

Nunca tive aulas sobre o amor, mas posso garantir que, se as houvesse, eu seria, com certeza, aquela aluna que se sentaria na primeira fila e que tinha sempre os cadernos imaculados e um estojo com canetas de todas as cores. Sempre fui atenta ao amor. Como se sentia, como crescia, como se vivia. Tinha sempre a lição estudada – mesmo não existindo aulas sobre o amor. Se era para sentir, eu sentia. Ai, se sentia. Se era para chorar, eu berrava. Se era para rir, eu gargalhava e, se era para gostar, eu amava. Sempre consumi o amor em dobro daquilo que era suposto. Nunca me chegava o normal. Nunca me chegava só gostar. Tinha de amar. Nunca me chegava um amor quente. Tinha de queimar. Nunca me chegava um amor para a vida. Tinha de ser para a vida e tinha de continuar para a morte. Era amor, caramba. E no amor não há medidas. Não há regras. Não há condições. Tão-pouco deve haver restrições. E, se era amor, era assim que se devia amar. Sempre.

Nunca fui de paixões fáceis, nunca me apaixonei facilmente, mas posso garantir que, sempre que me apaixonei, amei. Amei, sofregamente. Amei, a achar que estava a dar o meu melhor – e estava. Amei a acreditar que cada amor era o último. Amei para a vida. E também para a morte. Amei, cegamente. Dormi à pressa para que os dias chegassem mais rápido só para poder ouvir, novamente, «bom dia». E, tantas outras vezes, que me esqueci de dormir. Ficava deitada na cama a viajar nos projetos que íamos fazer a dois e na forma como os íamos tornar exequíveis. Amei, a achar que isso era saber amar. E assim foi com todos os meus amores. Todos, sem exceção. Não posso dizer que gostei mais ou menos, que foram amores mais ou menos ou que os amei mais ou menos. Não. Foram amores inteiros. Sentidos. Vividos. E sofridos. Amei a achar que isso era amar. Amei, a ter a certeza que sabia o que era amar. Mas, hoje, olhando para trás, chego à porta dos quarenta e concluo que, afinal, não soube amar. Sempre soube o que era o amor, sempre soube sentir o amor, mas depois não soube viver o amor. Não soube o que lhe fazer. Não soube consumi-lo. Não soube apreciá-lo.

Porquê? Porque estive sempre demasiado ocupada em tornar as coisas perfeitas. Estive sempre demasiado presente para os outros e demasiado ausente para mim. Esvaziei-me de mim para poder encher a outra parte do que eu achava que era saber amar. A minha vontade de amar era tanta que me esquecia – com muita facilidade – de me amar a mim também. Não achei que isso fosse importante. Nunca achei que fosse o mais importante. Sempre achei que o mais importante era demonstrar o quanto sabia amar. O quanto queria amar. O que podia fazer por saber amar. Andava tão ocupada em ser perfeita a amar que não me apercebia de que não podia amar a outra pessoa mais do que a mim própria. E foi, precisamente, aí que residiu o meu maior erro. Foi, precisamente, aí que deixei de saber amar. Quando deixei de me amar. Quando me esqueci de me amar. Quando achei que amar era só amar uma parte – a outra parte. Quando acreditei que o que importava era só a vontade da outra parte. O sorriso da outra parte. A outra parte.

Mas atenção. Que não se caia na tentação de atribuir culpa à outra parte. Isso seria um erro muito maior do que o de ter a certeza de que se soube amar. «Ele não me soube dar valor.» «Fiz tudo por ele.» «Ele nunca me amou.» É tão fácil cair neste engano. É tão mais confortável acreditar que a culpa foi da outra parte. É tão mais fácil assim. Esvaziamo-nos de culpa para podermos continuar a cometer exatamente os mesmos erros. E, convencidos de que estamos certos, lá continuamos a traçar o nosso caminho. E nunca chegamos a perceber porque é que as coisas continuam a dar errado. Porquê? Se nós amamos tanto porque é que não encontramos ninguém que seja merecedor do nosso amor?

A todos os meus (des)amores – aqueles que eu jurei que soube amar- a todos eles, atualmente, estou grata. Claro que nem sempre foi assim. Aliás, só é assim há pouco tempo. Também eu já incorri no erro de os culpar. Também eu já achei que foram eles que não souberem dar valor ao meu – tanto – amor. Mas, hoje, ironicamente, estou-lhes grata. A todos eles, sem excepção. Todos eles foram uma excelente fonte de aprendizagem. Com eles, vivi, insisti, errei e voltei a errar. Todos eles existiram para que eu pudesse aprender. E para que pudesse errar. Errei com eles, mas foi por causa deles que também aprendi. Fui colmatando falhas, limando arestas, aprendendo por ter errado. E, por isso, estou-lhes grata.

Há uns dias, uma grande amiga minha dizia-me que a vida é como a faculdade. Chumbamos tantas vezes quantas as necessárias até aprendermos a matéria. Até a sabermos na ponta da língua. E também aí, tantas vezes, achámos que estávamos a fazer tudo bem. O professor é que era injusto. Até que, um dia, surpreendentemente, voltamos a ir a exame e passamos. E aquela matéria, de tantas vezes a estudarmos, de tantas vezes errarmos, um dia percebemos que já a sabemos de cor. E, a partir desse momento, sabemos que não a voltamos a esquecer. Que não voltamos a errar. Assim é o saber amar. Primeiro, temos de errar. E vamos errar tantas quantas as vezes necessárias até aprendermos. Para nunca mais esquecermos. Assim é também o saber amar. Quando encontrarmos a pessoa certa; quando estivermos prontos para saber realmente amar, vamos perceber, finalmente, porque é que antes nunca tinha dado certo com mais ninguém. Mas isso só vai acontecer quando aprendermos que saber amar começa por nós. E eu já errei tantas vezes que arrisco dizer que, se existissem aulas sobre o amor, eu já estaria pronta para ir a exame.

Provocação Constante #2

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Contexto: O Patriarca tem um date com a namorada. Está a aperaltar-se todo, e decide pôr uma das suas camisas de manga curta favoritas, que tem um excelente fit especialmente nos braços.

Ela: Não gosto nada dessa camisa, veste outra…

SHIT TEST ALERT!!!

OP (exibindo os biceps): Tu não queres é que as outras olhem para isto!

Nessa noite houve forrobodó ao ar livre.

Valor sexual de mercado: Por que razão os looks e o dinheiro não são o mais importante?

Ao contrário do que acontece em outros espaços supostamente masculinos como o Men’s Health  ou o Reddit, onde feministas e paladinos da justiça social juntam esforços para obstruir a verdadeira narrativa da redpill, o fórum chupa-mos, onde Henry Chinasky tem passado uns tempos a navegar, poderá ser um dos últimos cantos da internet portuguesa digno do título “a fachoesfera portuguesa”.

O chupa-mos é um espaço onde nacionalistas, misóginos e racistas expressam as suas opiniões livremente, longe da censura que vigora nos media convencional e redes sociais.

O chupa-mos é um fórum bastante esclarecido relativamente à natureza hipergamica das mulheres – mulheres querem sempre homens de maior valor ( sendo as noções de valor mais comummente evocadas: dinheiro e atractividade física), e sabe que nice guys finish last – ser um beta que procura fazer todos os favores para agradar mulheres não traz nenhuma recompensa sexual. No entanto, parece ainda haver uma certa lacuna sobre a estratégia sexual a seguir pelos homens.

O que se nota por estes ares é que tomar a redpill tem um sabor amargo para a maioria dos homens. Ultrapassar esta fase é extremamente difícil, e aceitar o imperativo feminino sem se guardar rancores contra as mulheres é raro. O caminho é ainda mais doloroso quando a maioria dos homens é game denialist e abandona o seu destino no mercado sexual a factores fatalistas como a hereditariedade genética/financeira, ou a factores de muito longo prazo, como: o melhoramento físico através do ginásio, carreira/ negócios…

Henry Chinasky não nega o impacto do SMV( valor sexual de mercado) no processo geral da sedução. Alias, é um grande apologista de que o treino físico/musculação deveria ser obrigatório para todos os homens, assim como, que na missão de vida de cada homem, a perspectiva financeira deverá ter uma relevância muito superior à sexual/amorosa.

Contudo, no que toca a relações com o sexo oposto, uma aposto única nestas áreas pode muitas vezes não resolver e (mesmo) exacerbar os problemas. O não reconhecimento de que a maioria dos problemas advém da falta de comportamentos alfa; da desinformação que existe sobre as relações intersexuais; da inexistência de estratégias para vencer no mercado sexual (Game/PUA); e não de uma suposta falta de looks e dinheiro, cria um choque mental para muitos homens, que se deparam com os mesmos problemas repetidamente e não conseguem dar uma resposta adequada.

Mais tarde, analisaremos uma dessas questões colocada no fórum chupa-mos. Primeiro, comecemos por uma necessária recapitulação sobre o SMV.

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O que é o Valor sexual de mercado?

SMV
Evolução média do SMV para homens e mulheres ao longo do tempo

O SMV determina o nosso ponto na escala da hierarquia sexual. O SMV tem essencialmente duas componentes: a pessoal (determinada pela pessoa que somos) e a circunstancial (determinada pelo ambiente em que estamos).

A parte pessoal do nosso SMV resume-se a:

Poder/Recursos: inclui dinheiro, autoridade/poder real, extensão e domínio do círculo social, estatuto que a nossa profissão confere (proxeneta vs. cirurgião plástico), património, competição feminina pela nossa companhia, etc.

Aparência/Atracção Física: inclui nível de beleza natural, forma física, estilo/pinta com que nos vestimos/arranjamos, etc.

-Skills/Conhecimento: mastery de actividades: saber tocar um instrumento (ex:guitarra, piano), saber dançar (ex:salsa, kizomba); saber falar línguas (ex: francês, russo) ser praticante de um desporto (ex: surf, rugby), dominar uma arte de combate (ex: boxe, muay thai), inteligência, cultura geral, etc.

Personalidade/Atitude: inclui carácter, atitude no momento,  sentido de humor,  sociabilidade, estabilidade emocional, linguagem corporal, nível de game/sedução, etc.

A parte circunstancial, ou do ambiente em que nos encontramos:

Rácio homens/mulheres no local: por exemplo, numa festa em que há 100 homens e 10 mulheres qualquer uma delas vai receber toneladas de atenção masculina, além de que são um produto raro naquela festa. Mesmo que elas sejam feias ou banais o SMV delas todas sobe por serem um produto raro e o dos homens desce por estarem em abundância. Qualquer das mulheres vai ter um poder de escolha muito maior, por isso vai ser muitíssimo mais selectiva do que se a situação fosse inversa (10 homens para 100 mulheres).

Nível médio de qualidade das mulheres no local: se estamos numa festa só com modelos da victoria secret (vamos esquecer o rácio), o nosso SMV sobe e permite-nos aceder a mulheres de maior qualidade, pelo simples facto que o nível médio de qualidade das mulheres é muito alto (a pior de todas continuava a ser uma excelente conquista).

Nível médio de qualidade dos homens no local: se estamos numa festa com todos os melhores actores de hollywood e nós somos um homem médio de Lisboa, o nosso SMV desce brutalmente por comparação com eles. Da mesma maneira que se formos um advogado de sucesso, com pinta e em forma, numa festa, em que todos são uns geeks do World of Warcraft, o nosso SMV sobe por comparação com eles. Naquele momento as mulheres olham para nós e colocam-nos com uma melhor ou pior escolha por comparação com os outros homens disponíveis.

Tipo do ambiente do local: O CEO de uma empresa que no mundo empresarial é respeitado por todos e tem gajas à balda interessadas, mas na festa da kizomba de sexta à noite é preterido e ignorado em favor de qualquer azeiteiro musculado. Os estilos são simplesmente diferentes.

 

comer gajas
Podes ser um médico ou engenheiro de sucesso, mas esta gaja  fica é excitada com alfas acabadinhos de sair da prisão

 

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O user Bimbaum abriu o seguinte tópico intitulado Gajas de 20 e poucos.

“Estou com 26 anos, tenho estudos (sou Engenheiro Mestre), fiz o curso que quis, trabalho na minha área numa das melhores empresas do país, recebo acima da média para alguém com a minha idade/experiência, sou giro, forte, inteligente, reverenciado pela sociedade, etc etc… Mas apesar de bem sucedido não me considero uma pessoa totalmente realizada por causa das gajas, parece que só têm merda na cabeça. Será que são todas assim? Não sei, digam-me vocês nézés?
Sou filho único, o último da linhagem, não posso ser o último ramo da minha árvore genealógica, esse seria definitivamente o maior falhanço da minha vida.
Nos últimos meses tenho procurado uma mulher bonita, sensata, responsável, honesta e inteligente por quem consiga nutrir sentimentos de cumplicidade e intimidade para iniciar um projecto de vida comum, estável e independente com condições para ter filhos, enfim, viver o sonho…

O Bimbaum é um dos muitos homens com um valor sexual de mercado que supostamente não deveria suscitar problemas  (engenheiro numa boa empresa, bem parecido, inteligente e socialmente bem inserido), mas mesmo assim não se sente realizado por causa da sua vida amorosa. Analisemos o porquê de muitos homens com vidas minimamente organizadas não terem os resultados que querem com mulheres:

1. Não tomam acção suficiente / não abordam raparigas

De longe o principal factor para a falta de sucesso com mulheres. Seja porque o círculo social é demasiado pequeno, seja porque nunca tiveram jeito para meter conversa com pessoas desconhecidas, a maioria dos homens deixa-se ficar na área de conforto. As mulheres não caem do céu, elas nem sequer sabem que vocês estão livres para uma possível relação,  a não ser que abram o jogo/abordem. Cabe sempre ao homem tomar a iniciativa.

Hoje em dia, dada a miríade de opções disponíveis para conhecer mulheres, basta meter um pouco de força de vontade para que tal seja um sucesso. Seja através de Daygame (meter conversa na rua, transportes, cafés, supermercados) , de online game ( tinder, badoo), de círculo social ( a escola/faculdade e o trabalho são apenas os círculos obrigatórios da vida de cada um, se queres conhecer mais gente, podes praticar actividades ex: dança, partidos políticos, aulas de teatro, toastmasters, desportos em grupo…) e por último, mas não menos importante, nightgame ( bares, discotecas).

2. Não têm um método para seduzir

Numa sociedade feminista que difunde o “just be yourself” como o conselho padrão de engate para os homens, e que busca assustar os homens que procuram conhecer mulheres com leis anti-piropo e gritando a plenos pulmões uma inexistente cultura de violação, apenas quem teve a sorte de ser um natural alfa e acumular um bom numero de lays na juventude é que tem a mínima noção do que fazer para seduzir.

Para os outros, é maioritariamente ao azar, normalmente em encontros fortuitos durante um período em que os círculos sociais do ensino são propícios a muitas interacções com raparigas, o que algumas vezes leva a sucessos com mulheres.

“O que vou dizer?” “É estranho ir falar com elas” –   pensamentos beta de um amigo do Chinasky quando foi deparado com a possibilidade de conhecer mulheres do sexo oposto

Para não chegarem a esta situação, estejam preparados para qualquer contexto e interacção, leiam, por exemplo, o mystery method, ou outro modelo qualquer de game. Aprendam os conceitos e a terminologia do game, sem porém terem de seguir tudo à risca. Regra geral: ter um modelo mental/racional do que estão a fazer é indispensável.  

3. Vivem nos filmes de contos de fada disney em vez da redpill

O clássico filme de adolescentes onde o rapaz beta, nerd e estranho ( mas com bom coração) acaba, sem saber bem como, com a rapariga bonita do prom que sempre desejou, é incontestavelmente ficção.

No mundo real, 99% das vezes, a rapariga vai escolher o alfa, convencido, outcome independent (possui uma mentalidade de abundância tal que não se deixa afectar por desfechos negativos), que com uma frame forte e dominante, ultrapassa todos os shit tests.

A redpill cultiva a excelência nos homens e maximizar o SMV vai claramente nesse sentido. Embora não ter um valor sexual de mercado muito elevado quase nunca seja uma razão justificava para o insucesso sexual de um homem, quanto mais alto for o nosso SMV melhores mulheres obtemos, além de que o investimento que fazemos em todo o processo é cada vez menor. De modo que, tanto o ponto 1 – conhecer mulheres/abordagem – vai ser mais fácil, como no 2,  erros no game ou comportamentos beta  vão ser mais facilmente perdoados.

Atenção: Para quem gostaria de aprender o que é a redpill, façam um favor a vocês mesmos e fiquem um par de dias a absorver os resumos anuais do Rationalmale, ouro puro.

Tenho-me deparado com vários tipos de gajas:

1 – Aquelas que trabalham em empresas de merda e ganham muito menos do que eu. Algumas ainda nem acabaram os estudos mas estão sempre a fazer viagens para o estrangeiro (em lazer) e a postar fotos no facebook. Como é possível? Chapa ganha, chapa gasta? Não pensam no futuro? Não sou pai delas para as sustentar, puta que as pariu… O máximo a que podem almejar é uma vida razoável porém parasitária. Não servem para mim.

2 – As putas assumidas ou mulheres modernas e emancipadas das relações abertas ou namoros de curta duração, ainda não lhes chegou uma década ou mais de javardice… Mas o plano delas vai sair mais furado do que aquelas conas, daqui a 5 aninhos já estarão acabadas e ninguém as vai levar a sério.

Elas podem ter trabalhos mal pagos, não ter estudos, gastar todo o dinheiro, etc… mas não deixam de estar bem na vida e em capacidade de encontrar o melhor dos parceiros, o SMV feminino ( ao contrário do masculino) é quase exclusivamente baseado na beleza física.

Analisando o gráfico do SMV, verificam que as mulheres entre os 16-29 estão nos anos dourados do mercado sexual. Têm muito mais valor do que os homens da mesma faixa etária. Muitas aproveitam para satisfazer a hipergamia ao máximo, viajam pelo mundo, postam todas as fotos possíveis no facebook/insta para ostentar os seus status de SMV. E claro, fodem com o maior número de alfas possível. Quando chegam aos 30,  nota-se a tendência a mudar, a busca pelo beta provider ganha primazia ( a chamada vida parasitária que o Binbaum bem sublinhou).

3 – As mães solteiras, algumas desesperadas, outras sem noção. Em princípio não conseguirão parasitar ninguém em particular, apenas o estado que somos todos nós. São as mães guerreiras, coragem etc.

Por outras palavras, engravidaram de um alfa que não quis saber delas. Agora estão em busca de um provider que sustente o filho bastardo.

4 – Aquelas gajas que em 3 anos tiveram 6 cornos mas passam a vida a publicar artigos do jafoste no facebook e a pregar aos sete ventos que os homens são todos uma merda e não as valorizam. Passado um mês já estão com outro igual aos últimos 6, um merdas feio, desempregado e azeiteiro a viver do RSI.

Clássico Beta bait. Elas adoram tudo nos alfas que lhes meteram os cornos, o único problema foi que não os conseguiram manter. Respondam a esses pedidos de atenção beta com consideração por elas e ficarão para sempre catalogados como os gajos que não lhes despertam desejo sexual. Como é óbvio, um tempo depois estão de volta a um novo alfa (ou ao que lhes meteu os cornos n vezes)  não reactivo que não se deixa influenciar pelos caprichos da menina.

Estarei condenado a ter um filho por inseminação artificial como o cronaldo? Será que me vão obrigar a tratá-las como objetos descartáveis, como o pedaço de lixo que até agora têm demonstrado ser? Uma pastilha elástica que depois de mastigada se deita fora? Uma folha de papel higiénico a que se limpa o cu e se manda pela sanita abaixo? Será que este tipo de mulheres serve algum propósito para além de serem receptáculos de esperma? Será que hoje em dia há outro tipo de mulheres?- Bimbaum

Todas as mulheres devem ser tratadas como objectos descartáveis, essa é a mentalidade alfa. Quanto mais cedo perceberem que não existem gajas especiais/unicórnios mais rapidamente vão ser bem sucedido na vida amorosa.

Isto não significa que nunca possam ter relações de longo prazo bem sucedidas, mas que o idealismo blue pill da “nice girl” é um mito. No ambiente certo, com o alfa certo, a mais pura das raparigas vira uma slut completa.

alfa come qualquer gaja

“Good girls are just bad girls who never got caught.”

Chauvinista do Mês #1: Prof. Dr. José Luís Pio Abreu

Nota prévia: relembrando que O Patriarca considera o feminismo o maior flagelo que assola a sociedade actual, é importante realçar que não há nada de pejorativo neste prémio. O Chauvinista do Mês é um galardão de honra que O Patriarca (e outros membros da Távola que assim o entendam) atribui a quem vê a realidade em geral e as dinâmicas intersexuais tal como elas são, e tem os tomates de ferro necessários para, por palavras ou acções, apregoá-lo em público.

Esta entrevista já tem alguns meses, precedendo mesmo a estreia deste blog. No entanto chegou recentemente via Facebook aos olhos d’O Patriarca, que ficou espantado com a quantidade de verdade por parágrafo debitada pelo senhor.

“Elas não encontram homens que lhes despertem a líbido”

                                                                                                Prof. J.L. Pio Abreu

72 anos de vida, grande parte dos quais a ouvir pessoas desvendar os seus sentimentos mais íntimos darão certamente uma visão sobre o lado oculto do ser humano que poucos terão. Apesar dos paninhos quentes com que fala (uma necessidade para quem não quer ser publicamente linchado ao tocar nestes assuntos), é notório que o senhor engoliu a pílula vermelha.

afirma que não promove o machismo – que, aliás, passou a ser uma “palavra proibida” – mas acha que vivemos tempos de um feminismo exacerbado, em que a tendência de acabar com os géneros é absurda

Garantimos que o prof. não é um dos autores da Távola Redonda!

Porque é que decidiu escrever este livro assim, em cartas às suas amigas?
Foi talvez a forma mais directa de escrever e também para amenizar um pouco as constatações que faço. Amenizar no sentido de não dizer mal do feminismo. Este é o modo como eu me dirijo às mulheres e tem a ver com o facto de muitas vezes ter de lhes dizer “cuidado com os homens” porque elas não os entendem, não os conhecem e não os tratam bem.

Depois de amenizar a questão, começa a disparar – as mulheres não tratam bem os homens!

As mulheres não tratam bem os homens?

Terá a entrevistadora molhado um pouco a cueca?

Em geral, não. Há uma grande diferença de entendimento – é muito difícil para uma mulher compreender um homem, tal como para um homem compreender uma mulher. É um facto antigo. As relações humanas são muito paradoxais, não são simples e muito menos naturais. E posso dizer que quem está em maiores dificuldades são as gerações mais novas.

 As gerações mais novas estão a ser cada vez mais bombardeadas com a negação daquilo que se sabe desde a antiguidade. As dificuldades são propositadas.

Porquê?
Por causa das dificuldades de relacionamento. E porquê? Porque os homens desistem de estudar, da leitura, de se cultivar. Isso acontece logo na escola. Repare que são elas que entram nas universidades.

E porque é que eles desistem?
Porque o ensino secundário não está preparado para eles. Por exemplo, os homens que chegam a Medicina passam o tempo todo a estudar e conhecem muito pouco da vida. Já as mulheres aprendem muito facilmente. O ensino está feito para elas.

Já se vai tocando no tema de forma tímida, mas indo contra a agenda instituída dificilmente o assunto tem muita visibilidade. Com as Catarinas e Mortáguas desta vida à frente dos destinos do país, o que interessa é perceber se os transgénicos estão satisfeitos com as casas de banho.

E acha que isso é mau?

Como se atreve, seu chauvinista??? IGUALDADE É AS MULHERES PASSAREM À FRENTE PORQUE RAZÕES!!!!!

É. Porque devia haver uma paridade como noutras áreas, como na política. O ensino secundário deveria ser preparado adequadamente para os homens, sem ser este ensino massificado de papel e lápis. No meu tempo existia actividade, trabalhos manuais, desporto, música. A falta de investimento no ensino reduziu-o ao papel e lápis e para isso as raparigas estão muito mais bem preparadas. Estamos numa época em que ninguém raciocina profundamente porque só lêem no Facebook, apanham tudo de ouvido. Raciocínio, escrita, pensamento crítico, isso não há.

Este homem precisa de um guarda-costas. Uma das capazes ainda lhe crava uma faca ferrugenta entre as omoplatas.

O que é que as mulheres têm dificuldade em digerir, como diz?

COMO DIZ????

O facto de os homens às vezes olharem para outras mulheres ou até se envolverem. As mais inteligentes percebem que eles precisam disso. Todos os dias vemos dramas de homens que matam mulheres, mas não se sabe o que é que aconteceu antes disso. Normalmente, o homem está controlado, depois bebe e explode porque não aguenta mais. É extremamente difícil para eles quando elas os mandam embora e lhes ficam com os filhos. Isso é trágico.

E em Portugal ainda não é assim tão mau, mas se continuamos a importar feminismo do estrangeiro, vai piorar.

Em que é que o papel homem-mulher precisa de ser alterado?
Começa logo pelo facto de as mulheres serem muito mais resistentes, perfeitas e durarem muito mais tempo do que os homens. Antigamente, eles tinham um papel importante – guardavam o território e as mulheres tomavam conta das crianças. O homem é uma versão incompleta da mulher por causa do cromossoma Y, elas têm dois cromossomas X e eles têm XY, ou seja têm um cromossoma atrofiado, o que lhes provoca alterações anatómicas. A vantagem é que eles têm mais força e estão mais preparados para a luta. Mas o trabalho pela força está a ser substituído por máquinas e o que é que resta aos homens?

O Patriarca já não se lembra muito bem desta parte das aulas de biologia e não tem paciência para investigar. Fica-se pelo contentamento de alguém ter massa testicular suficiente para afirmar publicamente que os homens e as mulheres têm tendencialmente papéis distintos.

As mulheres hoje são menos felizes?
A felicidade é uma coisa que não se mede. O que eu sei é que as minhas amigas, que são da geração da emancipação das mulheres, hoje têm filhos e netos e estão na melhor fase das suas vidas, sobretudo se não tiverem homens. Se falarmos em termos de desejo sexual, antes as mulheres eram muito inibidas, mas actualmente também não estão satisfeitas nessa matéria, na maior parte dos casos. Acho até que existe pouco desejo sexual.

Sim, todos os dados apontam nesse sentido!

Porquê?
Porque as mulheres são todas notáveis, inteligentes, têm cursos superiores e não encontram homens à altura, capazes de lhes despertarem a líbido. Podem até ter relações efémeras, que não passam disso. A não ser que eles comecem a acompanhá-las, estudando.

Hipergamia, já dizia O Patriarca.

Qual é o principal problema dos homens?
Talvez seja o álcool. O álcool é a pior droga actualmente e está a destruir os homens, sobretudo os que têm problemas com as mulheres. E são muitos.

Aqui tenho de discordar do professor. Como psiquiatra, é natural que pense isso, dado que trabalha certamente com alcoólicos. No entanto, O Patriarca apontaria a desadequação que sentem muitos homens, provocada pela obliteração dos papéis de género, como um estímulo importante para a busca da fuga nessas substâncias.

Diz que os avanços da Medicina aumentaram a esperança de vida, o que leva a que as pessoas tenham relacionamentos depois dos 50 anos.
Sim, e isso é óptimo! As pessoas depois dos 50 já não têm filhos pequenos e têm disponibilidade para se relacionarem sentimentalmente. Antes eram poucos os que chegavam a velhos e agora, como existe mais tempo de vida, têm de se entender com outras pessoas que não sejam os filhos. Até nos lares há histórias de amor muito engraçadas aos 80, 90 anos. As mulheres então têm muita necessidade de conversar, já os homens falam muito pouco, não contam a sua vida, não abrem a sua privacidade.

O que não foi dito: Os homens depois dos 50 continuam a ter mercado entre as mulheres abaixo dos 40 (e dos 30!), embora muitos não o saibam. O que deixa as mulheres não emparelhadas acima dos 50 numa situação complicada.

Não será uma questão cultural?
Não é só uma questão cultural. Há diferenças cerebrais, não são só físicas, anatómicas. É aí que as feministas me atacam. Dizem que é igual. Não é! Por exemplo, a linguagem nos homens está muito dependente do hemisfério esquerdo, se tiverem uma lesão não conseguem falar. Já as mulheres se tiverem o hemisfério esquerdo afectado continuam a conseguir falar. O modo de conversar também é diferente. Eles são mais teóricos, falam de futebol e automóveis, e elas atiram-se mais à vida privada, aos filhos, à casa, apesar da emancipação. Claro que a cultura evoluiu muito, mais do que a cultura as tecnologias de comunicação, com a qual não sabemos lidar. Só que os nossos genes não mudaram nada, são os mesmos que adquirimos há milhares de anos.

Quando as fantasias feministas chocam com os factos, nascem os trigger warnings, as acusações de misoginia, e a cultura de couve-nabiça.

rape culture is real
O Patriarca não garante que A Távola Redonda alguma vez se canse desta chalaça

Numa das cartas, refere que os telemóveis e as redes sociais nos trazem graves problemas. Que problemas são esses?
Isso é uma desgraça. O problema é os homens e as mulheres descobrirem que são traídos, ou pelo menos interpretarem assim as mensagens que o outro tem no telemóvel ou no Facebook, que por vezes são inócuas. Se lerem uma coisa do género: ‘Olá como estás, tenho tantas saudades tuas. Se estiver desconfiado é certo que vai pensar que está a ser traído. As mulheres se forem aos telemóveis dos homens, encontram sempre um motivo para os mandar embora. E eles a mesma coisa. Só que eles entram em desespero porque fere a sua condição masculina. Sempre foi assim.

Claro. Um par de cornos num homem é um golpe no âmago da condição masculina – a confiança de que os seus filhos são seus (O Patriarca defende que todos os homens deviam fazer testes de paternidade aos seus filhos, independentemente do grau de confiança que tenham na mulher). Já numa mulher, um par de cornos é também um golpe duro, mas brutalmente mitigado por carregar fortemente num dos maiores mecanismos de atracção feminina – a pré-selecção.

Eles traem mais do que elas?
Os homens até não se importam que as mulheres tenham admiração por outros desde que não vão para a cama com eles. Só que elas quando se envolvem, apaixonam-se. Já os homens aproveitam as oportunidades, mas fazem o possível para não se apaixonarem. Aí elas também não se importam que eles tenham relações ocasionais. Só se chateiam se eles se apaixonarem. E isto é uma coisa muito paradoxal. Cada um impede o outro de fazer aquilo que mais faz.

Boa fuga, professor. Evita responder a uma pergunta sobre a qual não há dados fiáveis, e desvia a conversa para outro motivo pelo qual a traição feminina é muito mais grave – uma mulher quando trai é porque tem sentimentos por outro homem, ou então já não sente nada pelo seu. Um homem trai porque havia um buraco novo e excitante onde ele queria experimentar meter a picha.

Então considera que o regresso de uma pequena dose de machismo não seria mau?
Machismo? Essa é uma palavra proibida. Já viu que toda a gente pode falar em feminismo, mas em machismo, não? Há 50 anos, mesmo os homens mais progressistas não deixavam as mulheres estudar, metiam-nas em casa a aprender lavores, o máximo que elas podiam chegar era a assistentes sociais. Eles tinham medo delas e metiam-nas em casa, mas eles podiam andar com todas. Era uma sociedade extremamente machista, em que as esposas, puras, eram para ficar em casa a tratar dos filhos. Claro que hoje este machismo não está adequado. Mas o que eu acho é que vivemos uma fase de feminismo exacerbado, estas novas tendências de acabar com o género são absurdas. O individualismo não existe.

O Professor poderá ser uma alma gémea d’O Patriarca.

Ou seja, os homens precisam das mulheres e as mulheres dos homens?
Sem dúvida. Claro que as mulheres fizeram muito bem em emancipar-se. Encheram as universidades, mas têm um ressentimento, mesmo sem o assumir, contra os homens que não olham para elas. Eles muitas vezes têm medo de uma mulher muito inteligente.

O Professor sabe que as mulheres odeiam o facto de os homens não quererem enfiar o pénis no canudo delas. Coitado, tem de meter aqui um pouco de politicamente correcto. Mas não é medo. É simplesmente porque ninguém as atura se não forem boas, e a conjugação é rara.

cindy crawford IQ 154
Era o QI de 154 da Cindy que nos punha loucos

O que acha da exibição nas redes sociais, das selfies e de publicações desenfreadas?
No Facebook passam-se grandes coisas. As pessoas escrevem demais e lêem de menos. Estamos numa época de narcisismo, como se nos estivéssemos permanentemente a ver ao espelho, homens e mulheres, então elas se forem bonitas… as redes sociais servem para isso. Contam os gostos, as pessoas que concordam com eles, é como se se estivessem a ver ao espelho. Todos temos o direito
de nos sentirmos grandes nalguma coisa, mas isto é tudo muito exagerado.

As redes sociais são um amplificador da natural propensão das mulheres para tentar ser o centro das atenções. E uma lembrança constante (ainda que geralmente ilusória) de que se largarem o seu Beta há 30 Alfas ao virar da esquina com quem se poderiam envolver.

Esta obsessão com as redes sociais é outro factor que prejudica a relação homem/mulher?
Sim, a relação virtual prejudica muito, sobretudo a quem vive só disso. Mais vale ir apanhar pokémons. Há uma outra coisa importante: as redes sociais substituíram a imprensa, que acaba por seguir aquilo que é discutido no Facebook.

Fun fact: o Pokemon Go é uma boa desculpa para engatar mulheres.


Muitos parabéns ao Prof. José Luís Pio Fernandes pela primeira distinção “Chauvinista do Mês” na Távola Redonda. Esperamos que se mantenha uma voz da verdade por muitos anos, e que haja outras vozes a juntar-se à sua na cruzada pela sanidade.

Men’s Health e a infiltração feminina

Todos os blogs precisam de publicidade para não se reduzirem a umas palavras perdidas num canto recôndito da internet. A Távola Redonda não é excepção. Dado que a maioria das redes sociais são avessas ao anonimato, o que é problemático para um blog de crimethink como este, O Patriarca decidiu tentar a sorte no fórum Men’s Health.

Admitidamente não estava à espera de grandes resultados, mas sendo um fórum relativamente popular valia a pena ver o que dava. Aquilo com que se deparou foi um interessante exemplo de como as mulheres se infiltram em tudo e corrompem toda a actividade masculina se lhes for dada a oportunidade.

O Patriarca começou por visitar a parte das regras, e vendo um post antigo pedindo para publicitar um blog, decidiu fazer o mesmo. Mais tarde, depois de ler melhor as regras, seguiu o indicado e pediu autorização por mensagem privada para os moderadores, para pôr links nos comentários e na assinatura.

Depois de duas semanas sem resposta borrifou-se, meteu o link na assinatura e começou a mandar postas de pescada em tópicos relevantes.

Até que alguém (aparentemente brasileiro, e O Patriarca jura que não foi o próprio com uma conta alternativa a tentar sacar polémica) “amanda” esta pedra para o charco:

Sinceramente gente, pra mim existe um sério preconceito com relação a este assunto, como acho errado tanto para homens quanto para mulheres esta história de sexo casual…

Não sou religioso, estou falando de princípios, para mim, de caráter, como eu sendo homem e mesmo tendo passado a pouco tempo um período solteiro, não sai por ai fazendo sexo por diversão, acredito em sexo com sentimentos, em sexo com amor e carinho, isto não quer dizer que na cama temos que ser apenas carinhosos, claro, entre quatro paredes com a mulher certa a coisa muda, mas com a mulher certa.

Esta é a minha forma de pensar, apenas a minha forma de pensar, muito difícil se relacionar com uma mulher que você tenha vergonha de sair na rua porque ela já fez sexo casual e foi usada por um monte de caras que apenas a usaram…

Para mim mulheres assim tem algum problema com autoestima e para se sentirem melhores “no momento” fazem isto, mas nodia seguinte se envergonham, ficam mal faladas, mal faladas pelos homens quebuscam um relacionamento estável, não pelos que querem apenas sexo claro.

Sem contar que quanto mais intimidade melhor na cama,sempre inovando, sempre fazendo melhor, olho no olho…

Liberdade da forma que alguns pensam para mim é promiscuidade.

Claro muitas mulheres irão querer me esculachar por pensarem diferente, mas deixo bem claro que é apenas a minha forma de viver.

Na vida temos LIBERDADE para fazer escolhas e cada um”VIVE” como acha correto, mas ao meu ver muitas mulheres que hoje estão por ai “perdidas”, principalmente na faixa de 35+, estão principalmente por fazerem esta escola de “LIBERDADE” pois para mim HOMEM de caráter não quer levar para casa mulheres “LIVRES” que”VIVERAM” desta forma, isto provavelmente será um inferno na vida dele para o resto da vida.

Talvez algumas não entendam que na cabeça de Homens que pensam da minha forma…é vergonhoso estar do lado de mulheres que”VIVERAM” de forma livre, sendo usadas e esculachadas, mulheres que fazem sexo casual, com gente que nem conhecem…

Volto a dizer apenas a minha forma de pensar!

Se tem uma forma diferente de pensar responda ai nos comentários, pode ser que um dia eu mude a minha forma de ser…

O Patriarca decidiu mandar gasolina para a fogueira com a velha frase “Chave que abre todas as portas é uma chave mestra, fechadura que é aberta por todas as chaves é uma fechadura de merda.”

O subsequente desfile de clichés debitado por gajas e cavaleiros brancos que se seguiu não é importante (estamos no ano actual, não é justo que os homens não sejam iguais às mulheres, vocês têm medo é de mulheres fortes, etc). O que é relevante é que a ADMINISTRADORA (sim, leram bem, um fórum “masculino” administrado por uma mulher), que dá pelo nick de Alessandra, entrou na discussão. Após algumas trocas de mensagens, O Patriarca decidiu fazer estalar o verniz e meteu um “querida” pelo meio, com a resposta esperada: não te admito, blábláblá etc.

como engatilhar feministas

Curiosamente, no dia a seguir o pedido para publicitar o blog recebeu finalmente a atenção da administração: o fórum não se revê num blog com este tipo de conteúdos!

liberdade de expressaoO Patriarca pensou que a coisa ficava por aqui, mas 2 dias depois voltou a espreitar o fórum e depara-se com esta pérola.

as regras sao para os outros

Começa com a admissão descarada de que as regras são para os outros, e segue com um muro de lamentações dos cavaleiros brancos da thread anterior, com a ocasional queixa de que o fórum já não tem o movimento que teve outrora.

É um desfecho tão perfeito, e tão exemplificativo das consequências da permissividade dos homens à infiltração feminina de espaços masculinos, que O Patriarca não pôde deixar de publicar. Senão vejamos:

  • Miúda badocha entra num fórum masculino a pedir ajuda para perder peso.
  • Alegadamente consegue perder 30kgs (a ser verdade, O Patriarca tira-lhe o chapéu).
  • 4 anos depois, é ADMINISTRADORA do dito fórum MASCULINO.
  • Pelo meio, mais de 7000 posts, ao ritmo de mais de 5 por dia – O Patriarca assume que nem metade sejam sobre o peso, ou seja, viciou-se na validação de ser uma mulher rodeada de homens sedentos.
  • O Patriarca assume também que outras vozes dissidentes foram presenteadas com semelhante censura.
  • Durante esse tempo o fórum entra em declínio. Obviamente isto não pode ser dissociado da ascensão das redes sociais e o seu estrangulamento dos fóruns, mas hoje em dia um fórum só pode sobreviver se oferecer anonimato e liberdade de expressão (ausentes nas redes sociais). Cortando qualquer uma destas, está condenado à extinção.
  • Após uma altercação com um porco chauvinista, decide quebrar as regras do fórum, que proíbem despedidas, para anunciar a sua.
  • Aguarda-se o inevitável post futuro, após o síndrome de abstinência de validação, a anunciar a revogação da decisão a pedido de várias famílias.

Assim como o antiquíssimo Clube de Golf de Muirfield claudicou na sua política de não admitir mulheres (COMO MEMBROS – a sua presença era permitida), perante a perseguição de que foi alvo, menos de 1 ano depois de ter sido excluído de receber o Open, também o Men’s Health caiu perante uma roliça com ligação à internet e demasiado tempo livre. Os espaços de homens são para caçar até à extinção, e os raros homens orgulhosamente chauvinistas que têm tomates para abrir um são agressivamente acossados pela “brigada da igualdade”, sem qualquer tipo de intervenção por parte das autoridades.

Já quando um grupo de homens (Movimento Roosh V) se tenta juntar para beber um copo e falar da vida, são apelidados de violadores e a PSP fica em alerta. Extrapolar que se os ditos “violadores” decidissem invadir um VivaFit (franchising ubíqua de ginásios feminino, para quem não sabe) seriam presenteados com bastonadas da polícia de choque parece ser a única conclusão lógica.

É importante que todos os homens entendam esta dinâmica de perseguição, infiltração e destruição a partir de dentro, para que os poucos bastiães de masculinidade que restam possam resistir aos tempos negros que se avizinham.

Violação e cultura

Equiparável ao Big Foot, ao Monsto do Loch Ness, à longevidade do Conde Vlad, ao transgenderismo e ao feminismo igualitarista, a cultura da violação não existe. Evite-se protelar o imaginário infantil como no Natal: Quanto mais depressa as crianças conhecerem a verdade, melhor desfrutarão da quadra. 

Contagiado pelo horror nacional da semana, também eu me choquei com o vídeo Nortenho, onde um rapaz abusa sexualmente de uma rapariga inconsciente e legitimada a está-lo em segurança. São várias as fases de choque. Começa com a cumplicidade da turba assistente (maioritariamente feminina) e acaba com a das acompanhantes da rapariga quem presenciam a cena impávidas, imóveis. Dizem-me que são namorados e essa premissa encaixava nos factos observáveis, não obstante o mau-gosto. Se não forem, sem histerias, o sucedido representa uma forma de abuso sexual qual deva ser condenado e punido.

Mas se forem – se continuarem a ser – tornar-se-á difícil se não mesmo impossível, demonstrar o abuso. Não por acaso se trata de um crime semi-público, dependente da apresentação de queixa por parte da vítima para originar acusação. Todos os que acusaram o rapaz, os amigos, o grupo #Iamasoldier de terem feito mal à moçoila, incorreram nesta oligofrenia: a arrogância de se julgar poder denunciar melhor uma violação do que, cof, o violado.

A caça às bruxas

Ainda a poeira não havia assentado nem a identidade dos intervenientes era descortinada, já as histéricas de serviço preparavam uma tropelia. Retomemos a dicotomia anterior para exacerbar o ridículo desta pandilha: Se os moços namorarem ou tiverem uma relação de intimidade antecedente então a masturbação pública integrará o role de actividades a dois pertencentes ao quotidiano do casal – quem nunca?! – transmitindo o ónus da culpa para as câmaras quais, enquanto terceiro elemento, consubstanciavam uma multidão; Se se trata dum abuso, então as cabras do Bloco de Esquerda camufladas em movimentos extrapartidários, aproveitaram-se de um estupro público, exploraram exaustivamente uma humilhação traumatizante e eternizada na internet, para promoverem as suas causas políticas. Quem será o verdadeiro violador?

Sabem quem é que não aparecerá neste protesto? A tipa do vídeo

Como sempre, a última das preocupações das Mortáguas – uma das quais quem, consabidamente avessa a pénis, se cinge provavelmente à dedilhação – É o bem estar da miúda. Procuram apenas criar factos políticos, lançar soundbyte, expandir influência, aumentar o capital de votos e mediatismo escarafunchando na sarjeta da desgraça humana – chamem-lhe “pré-campanha autárquica”.  São o Correio da Manhã da política – Os tipos para quem vale tudo desde que possam aparecer. E virão com justificações para a sua barbaridade: Se a rapariga permanecer oculta dirão que a sociedade heteropatriarcal a inibe de se defender; Se vier a público, afirmarão ter sido graças à sua iniciativa que esta se pode expor. Tenho alguma pena de não participar porque sei quais estereótipos encontraria no protesto: a obesa quem nenhum homem por menos de um bilião de euros violaria, o panasca ressabiado que desdenha dos homens viris mas adorava ser enrabado por um, o SJW que aspira a dormir com todas as manifestantes (mas uma bastava-lhe) como recompensa por participar e está condenado a terminar o dia masturbando-se sozinho em casa, a activista que por saber comer à mesa (de restaurantes curiosamente muito caros) lidera a acção com palavras de ordem e entrevistas apesar de todos saberem que é especialmente submissa no leito e até tem conta no Tinder para que alfas anónimos a possam sodomizar selvaticamente nos intervalos entre locuções feministas. Todos estarão no combate das suas vidas. Todos estão condenados à derrota.

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A estratégia de cavalgar a onda mediática para a importação dum produto marketeiro estrangeiro, além de absurda, exploratória cobarde e desrespeitadora, é também repetitiva. Infelizmente, a força do lobby feminista em Portugal pode levar a que a sua mensagem ecoe e passemos os próximos meses ou anos a discutir inexistências como a da Rape Culture. Mas afinal, o que é a Rape Culture?

À semelhança de outras loucuras norte-americanas, a Rape culture foi uma invenção feminista devotada a impor a androfobia no campo das relações interpessoais. O objectivo de longo prazo – a exclusão social do homem cisgénero heterossexual – já foi assumido pelo movimento com alguma honestidade. No curto basta-lhes constranger a sexualidade masculina, isto é, o poder de seleccionar uma parceira na medida do seu critério pessoal. Por alternativa, pretendem sobrepor o seu próprio critério e não são poucas aquelas quem declara que serem rejeitadas por um homem é uma forma de violação.

A produção legislativa condenatória aos sucedâneos da violação demonstra a tendência persecutória sobredita. Quem julga que, hoje, violação significa penetrar uma mulher à força encontra-se extremamente desactualizado visto que, em países como a Suécia, inclui dormir com mulheres doentes, alcoolizadas, drogadas, mentalmente perturbadas, inconscientes e outras. Há quem acredite que a procura de satisfação sexual dos capacetes azuis junto das populações a quem estão a salvar a vida enquanto arriscam a sua, é violação. Em 2008, o supremo Sueco determinou que a penetração digital é equiparável à violação  pelo que o sucedido Portuense na pátria de Carl Lineus,  seria um crime. Julgo ser essa regulamentação discriminatória e castradora (e não a importação governamental de bárbaros) que justifica as taxas de violação suecas, capital mundial do forçamento. Em 2005 uma reforma legal açambarcou um alargamento da definição de violação (com efeitos retroactivos para os 3 anos antecedentes) que substitui a definição de violação como o uso de  “violência ou ameaça grave” afim de obter consentimento por “utilização de coacção alheia à lei”, criminalizando ainda antíteses conceptuais (violação no casamento), arbitrariedades perceptivas (assédio) e obrigando a polícia a registar todos os hipotéticos queixumes sem verificar da sua veracidade enquanto instigavam as mulheres Suecas a reportar compulsivamente; Em 2011 criminalizaram ainda o stalking (qualquer utilizador recorrente do facebook et al corre um risco preocupante; é desta que ilegalizam a profissão de detective privado?), com mais de 30 % das mulheres usufruindo dum pussy pass para restringir indiscriminadamente o acesso dos homens à via pública, enquanto recebem apoio financeiro estatal para lidar com o trauma de ser stalkado. Vale a pena recordar que desde  2005, a Suécia possui um Partido feminista. As instituições Europeias determinaram contudo que é preocupante o rácio de condenações por caso apresentado, na medida em que os tribunais nacionais eram demasiado morosos ou condescendentes na maior parte dos casos. Significa a magistratura escandinava, ao contrário da sua contra-parte política, ainda não ensandeceu.

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Quando a definição legal abrange qualquer coisa, os números disparam

O desejo feminista é que a tipificação de violações se desmultiplique, albergando definições como “violação emocional”, “violação por decepção“, “violação visual“. Parece tolo mas a situação Sueca pode vir a chegar a Portugal com a criminalização do Piropo e de todas as formas de expressão ou insinuação masculina que visem toldar ou transmutar o discernimento da fêmea em torno do actuante. Entenda-se: se o homem se converter no sujeito passivo da interacção, o seu valor pessoal e a habilidade em exibi-lo serão interditadas. Vai muito além da Jante Law dinamarquesa – o condicionamento social que interdita os individuos a jactarem-se em público – trata-se de garantir que, excepto por intermédio de uma escolha prévia feminina, homem algum pode copular. É a imposição do Tinder de Isabel Moreira à população geral: ser condenado ao Swipe Left antes sequer de abrir a boca.

A liberdade aos olhos de Isabel Moreira só pode ser usufruída atrás de um smartphone

Posso explicar a Rape Culture na minha própria experiência: Cresci entre dois bairros ciganos e frequentemente sofri assaltos praticados pelos meus
próprios vizinhos. Ter sofrido 10 assaltos no decorrer de um ano (e presenciar/ser informado da sua ocorrência em muito maior dimensão numérica) é uma medida adequada à realidade da altura. Partindo do pressuposto que todos os gatunos actuavam singularmente e que nenhum repetira a ofensiva (sinceramente, não me recordo), afirmar que a maioria da ciganada rouba apesar de apenas 10 indivíduos duma população nacional de 60.000 romani Portugueses e 15.000.000 no mundo,  é racismo. Afirmar que a maioria dos 3.000.000.000 homens viola é a, rape culture. É uma forma de discriminação.

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É interessante perceber como estas informações, estes números, reflectem apenas a tendência analítica política vigente. El Rei D.Afonso IV, profundo conhecedor da natureza feminina (e humana) determinou através da lei 128 (dos sinais da violação) que o crime de violação só seria reconhecido caso cinco condições se verificassem: 1) A mulher necessitava de avisar publicamente ter-se apercebido de estar a pronto de ser penetrada à força (gritando “Vede que me faz sujeito”), 2) Durante o acto, a mulher deveria carpir (mostrando não retirar qualquer prazer da interacção a fim de evitar duplicidades), 3) a mulher deveria gritar pelas ruas “vede que me fez sujeito” para que a população fosse notificada imediatamente após a ocorrência e não às poteriori como fruto de uma racionalização ou de uma mera estratégia de difamação interpessoal, 4) A mulher deveria recusar-se a entrar em qualquer edifício depois do acto qual não fosse uma instalação  oficial de justiça; 5) O crime de violação apenas seria consubstanciado quando acontecesse dentro de um espaço edificado. O que diria sua majestade se soubesse estarmos a caminho de consubstanciar uma justiça que encarcera homens que abordam mulheres?

O despacho real precede o texto de Roosh V. em  seiscentos e noventa anos.

Mandou assassinar a amante dum filho libertino a quem repudiou por ser bissexual; Alfa male

A rape culture é bicho papão que justifica a existência de um movimento feminista apesar deste se haver esgotado há mais de 30 anos. Parte do pressuposto profundamente errado da 2ª vaga feminista de que um combate por direitos (laborais, salariais, sociais) equivalentes sem distinção entre os dois únicos sexos/géneros existentes, possui um componente sexual. Ao contrário da primeira vaga onde se combate uma discriminação efectiva exigindo maior justiça, durante a segunda vaga e ao longo de toda a terceira aporcalha-se um combate que começou por ser meritório. Assim, as sex-positive feminists não só se dispersam entre todas as incongruências paradoxais próprias de quem, apesar de todo o fulgor, não sabe o que quer, como focam uma quantidade absurda de intentos numa questiúncula – a sexualidade – que a maior parte das pessoas tem muito bem resolvida depois dos 20. Por essa razão existem cada vez mais mulheres a abandonar o feminismo não se reconhecendo na sua luta e as que se ficam são precisamente as mal resolvidas: Genderqueer, assexuadas, transgénicas e outras invenções semelhantes. É gente depravada que fala de sexo a toda a hora e escreve com x.

Como os senhores do ancién regime tinham direito a não ser fitados pela plebe ou os brancos, durante o Apartheid, tinham direito a não ser interpelados pelos pretos, a Mortágua que há uns meses queria “perder a vergonha (e) ir buscar dinheiro a quem o está a acumular” julga que tem o direito a dizer que não.  Querida, não tens. Da mesma forma como um professor, um polícia, um cobrador de impostos, tem direito ao meu tempo, qualquer homem tem direito ao teu. Falta saber se alguém – tirando o Louçã que te deu o tacho – o quer. Duvido.

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Quem é que metia conversa com esta tipa?

Lendo o artigo da sapatona Mariana, uma rapariga que efectivamente tenha sido abordada na rua vai tornar-se temerosa e assustadiça, introvertida e comedida, evitando os rapazes que metam conversa doravante porque – segundo a douta deputada – eles integram uma cultura de violação (sendo, pois, violadores). A Mortágua favorece a proliferação de Bitch Shields. Para os rapazes será pior, dividindo-se entre os que nunca tiveram coragem para abordar e que encontram fundamentação para a sua falta de ousadia, e os que deixarão de abordar ou porque se tornou demasiado difícil, ou porque não se querem meter em problemas. São estas as causas fracturantes: Só servem para nos dividir.

No passado dia 28 de Dezembro a megera jornalista Fernanda Câncio noticiou uma alteração legislativa que a silly season não acompanhou. Um aditamento do artigo 170 º do Código Penal já penaliza o assédio e todas as aproximações não-desejadas de teor sexual. Foi, segundo escreveu a cabra repórter, a importação das conclusões da convenção de Istambul – Turquia – esse país tão igualitarista. A proposta não veio da Esquerda caviar mas sim do PSD. Não há ninguém que nos proteja.

Carla Rodrigues (PSD). Se no âmbito da vossa salutar liberdade de expressão e interpelação forem parar à choldra, a responsabilidade é desta gaja

Meus Senhores, as Arpias estão aí. Aproxima-se o derradeiro combate pelos direitos do Homem. Preparem as armas. A luta será renhida

Provocação Constante #1

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Contexto: O Patriarca estava com vontade de ir correr. A querida quer ir fazer uma merda que pode esperar. O Patriarca diz que vai correr e logo se faz a merda. A querida não quer ficar sozinha. Então que venha acompanhar de bicicleta. Não está com muita vontade mas lá se começa a preparar meio a contragosto.

Ela (enquanto tira as jeans): Este creme é uma porcaria, faz as calças pegarem-se imenso à pele!

OP: Se calhar as calças estão é muito justas.

Ela: [pausa para processar…]

A Matriarca, quase todos os dias

Resmunga um monte de merdas, equipa-se num instante e vai cheia de vontade pegar na bicicleta.