Valor sexual de mercado: Por que razão os looks e o dinheiro não são o mais importante?

Ao contrário do que acontece em outros espaços supostamente masculinos como o Men’s Health  ou o Reddit, onde feministas e paladinos da justiça social juntam esforços para obstruir a verdadeira narrativa da redpill, o fórum chupa-mos, onde Henry Chinasky tem passado uns tempos a navegar, poderá ser um dos últimos cantos da internet portuguesa digno do título “a fachoesfera portuguesa”.

O chupa-mos é um espaço onde nacionalistas, misóginos e racistas expressam as suas opiniões livremente, longe da censura que vigora nos media convencional e redes sociais.

O chupa-mos é um fórum bastante esclarecido relativamente à natureza hipergamica das mulheres – mulheres querem sempre homens de maior valor ( sendo as noções de valor mais comummente evocadas: dinheiro e atractividade física), e sabe que nice guys finish last – ser um beta que procura fazer todos os favores para agradar mulheres não traz nenhuma recompensa sexual. No entanto, parece ainda haver uma certa lacuna sobre a estratégia sexual a seguir pelos homens.

O que se nota por estes ares é que tomar a redpill tem um sabor amargo para a maioria dos homens. Ultrapassar esta fase é extremamente difícil, e aceitar o imperativo feminino sem se guardar rancores contra as mulheres é raro. O caminho é ainda mais doloroso quando a maioria dos homens é game denialist e abandona o seu destino no mercado sexual a factores fatalistas como a hereditariedade genética/financeira, ou a factores de muito longo prazo, como: o melhoramento físico através do ginásio, carreira/ negócios…

Henry Chinasky não nega o impacto do SMV( valor sexual de mercado) no processo geral da sedução. Alias, é um grande apologista de que o treino físico/musculação deveria ser obrigatório para todos os homens, assim como, que na missão de vida de cada homem, a perspectiva financeira deverá ter uma relevância muito superior à sexual/amorosa.

Contudo, no que toca a relações com o sexo oposto, uma aposto única nestas áreas pode muitas vezes não resolver e (mesmo) exacerbar os problemas. O não reconhecimento de que a maioria dos problemas advém da falta de comportamentos alfa; da desinformação que existe sobre as relações intersexuais; da inexistência de estratégias para vencer no mercado sexual (Game/PUA); e não de uma suposta falta de looks e dinheiro, cria um choque mental para muitos homens, que se deparam com os mesmos problemas repetidamente e não conseguem dar uma resposta adequada.

Mais tarde, analisaremos uma dessas questões colocada no fórum chupa-mos. Primeiro, comecemos por uma necessária recapitulação sobre o SMV.

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O que é o Valor sexual de mercado?

SMV
Evolução média do SMV para homens e mulheres ao longo do tempo

O SMV determina o nosso ponto na escala da hierarquia sexual. O SMV tem essencialmente duas componentes: a pessoal (determinada pela pessoa que somos) e a circunstancial (determinada pelo ambiente em que estamos).

A parte pessoal do nosso SMV resume-se a:

Poder/Recursos: inclui dinheiro, autoridade/poder real, extensão e domínio do círculo social, estatuto que a nossa profissão confere (proxeneta vs. cirurgião plástico), património, competição feminina pela nossa companhia, etc.

Aparência/Atracção Física: inclui nível de beleza natural, forma física, estilo/pinta com que nos vestimos/arranjamos, etc.

-Skills/Conhecimento: mastery de actividades: saber tocar um instrumento (ex:guitarra, piano), saber dançar (ex:salsa, kizomba); saber falar línguas (ex: francês, russo) ser praticante de um desporto (ex: surf, rugby), dominar uma arte de combate (ex: boxe, muay thai), inteligência, cultura geral, etc.

Personalidade/Atitude: inclui carácter, atitude no momento,  sentido de humor,  sociabilidade, estabilidade emocional, linguagem corporal, nível de game/sedução, etc.

A parte circunstancial, ou do ambiente em que nos encontramos:

Rácio homens/mulheres no local: por exemplo, numa festa em que há 100 homens e 10 mulheres qualquer uma delas vai receber toneladas de atenção masculina, além de que são um produto raro naquela festa. Mesmo que elas sejam feias ou banais o SMV delas todas sobe por serem um produto raro e o dos homens desce por estarem em abundância. Qualquer das mulheres vai ter um poder de escolha muito maior, por isso vai ser muitíssimo mais selectiva do que se a situação fosse inversa (10 homens para 100 mulheres).

Nível médio de qualidade das mulheres no local: se estamos numa festa só com modelos da victoria secret (vamos esquecer o rácio), o nosso SMV sobe e permite-nos aceder a mulheres de maior qualidade, pelo simples facto que o nível médio de qualidade das mulheres é muito alto (a pior de todas continuava a ser uma excelente conquista).

Nível médio de qualidade dos homens no local: se estamos numa festa com todos os melhores actores de hollywood e nós somos um homem médio de Lisboa, o nosso SMV desce brutalmente por comparação com eles. Da mesma maneira que se formos um advogado de sucesso, com pinta e em forma, numa festa, em que todos são uns geeks do World of Warcraft, o nosso SMV sobe por comparação com eles. Naquele momento as mulheres olham para nós e colocam-nos com uma melhor ou pior escolha por comparação com os outros homens disponíveis.

Tipo do ambiente do local: O CEO de uma empresa que no mundo empresarial é respeitado por todos e tem gajas à balda interessadas, mas na festa da kizomba de sexta à noite é preterido e ignorado em favor de qualquer azeiteiro musculado. Os estilos são simplesmente diferentes.

 

comer gajas
Podes ser um médico ou engenheiro de sucesso, mas esta gaja  fica é excitada com alfas acabadinhos de sair da prisão

 

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O user Bimbaum abriu o seguinte tópico intitulado Gajas de 20 e poucos.

“Estou com 26 anos, tenho estudos (sou Engenheiro Mestre), fiz o curso que quis, trabalho na minha área numa das melhores empresas do país, recebo acima da média para alguém com a minha idade/experiência, sou giro, forte, inteligente, reverenciado pela sociedade, etc etc… Mas apesar de bem sucedido não me considero uma pessoa totalmente realizada por causa das gajas, parece que só têm merda na cabeça. Será que são todas assim? Não sei, digam-me vocês nézés?
Sou filho único, o último da linhagem, não posso ser o último ramo da minha árvore genealógica, esse seria definitivamente o maior falhanço da minha vida.
Nos últimos meses tenho procurado uma mulher bonita, sensata, responsável, honesta e inteligente por quem consiga nutrir sentimentos de cumplicidade e intimidade para iniciar um projecto de vida comum, estável e independente com condições para ter filhos, enfim, viver o sonho…

O Bimbaum é um dos muitos homens com um valor sexual de mercado que supostamente não deveria suscitar problemas  (engenheiro numa boa empresa, bem parecido, inteligente e socialmente bem inserido), mas mesmo assim não se sente realizado por causa da sua vida amorosa. Analisemos o porquê de muitos homens com vidas minimamente organizadas não terem os resultados que querem com mulheres:

1. Não tomam acção suficiente / não abordam raparigas

De longe o principal factor para a falta de sucesso com mulheres. Seja porque o círculo social é demasiado pequeno, seja porque nunca tiveram jeito para meter conversa com pessoas desconhecidas, a maioria dos homens deixa-se ficar na área de conforto. As mulheres não caem do céu, elas nem sequer sabem que vocês estão livres para uma possível relação,  a não ser que abram o jogo/abordem. Cabe sempre ao homem tomar a iniciativa.

Hoje em dia, dada a miríade de opções disponíveis para conhecer mulheres, basta meter um pouco de força de vontade para que tal seja um sucesso. Seja através de Daygame (meter conversa na rua, transportes, cafés, supermercados) , de online game ( tinder, badoo), de círculo social ( a escola/faculdade e o trabalho são apenas os círculos obrigatórios da vida de cada um, se queres conhecer mais gente, podes praticar actividades ex: dança, partidos políticos, aulas de teatro, toastmasters, desportos em grupo…) e por último, mas não menos importante, nightgame ( bares, discotecas).

2. Não têm um método para seduzir

Numa sociedade feminista que difunde o “just be yourself” como o conselho padrão de engate para os homens, e que busca assustar os homens que procuram conhecer mulheres com leis anti-piropo e gritando a plenos pulmões uma inexistente cultura de violação, apenas quem teve a sorte de ser um natural alfa e acumular um bom numero de lays na juventude é que tem a mínima noção do que fazer para seduzir.

Para os outros, é maioritariamente ao azar, normalmente em encontros fortuitos durante um período em que os círculos sociais do ensino são propícios a muitas interacções com raparigas, o que algumas vezes leva a sucessos com mulheres.

“O que vou dizer?” “É estranho ir falar com elas” –   pensamentos beta de um amigo do Chinasky quando foi deparado com a possibilidade de conhecer mulheres do sexo oposto

Para não chegarem a esta situação, estejam preparados para qualquer contexto e interacção, leiam, por exemplo, o mystery method, ou outro modelo qualquer de game. Aprendam os conceitos e a terminologia do game, sem porém terem de seguir tudo à risca. Regra geral: ter um modelo mental/racional do que estão a fazer é indispensável.  

3. Vivem nos filmes de contos de fada disney em vez da redpill

O clássico filme de adolescentes onde o rapaz beta, nerd e estranho ( mas com bom coração) acaba, sem saber bem como, com a rapariga bonita do prom que sempre desejou, é incontestavelmente ficção.

No mundo real, 99% das vezes, a rapariga vai escolher o alfa, convencido, outcome independent (possui uma mentalidade de abundância tal que não se deixa afectar por desfechos negativos), que com uma frame forte e dominante, ultrapassa todos os shit tests.

A redpill cultiva a excelência nos homens e maximizar o SMV vai claramente nesse sentido. Embora não ter um valor sexual de mercado muito elevado quase nunca seja uma razão justificava para o insucesso sexual de um homem, quanto mais alto for o nosso SMV melhores mulheres obtemos, além de que o investimento que fazemos em todo o processo é cada vez menor. De modo que, tanto o ponto 1 – conhecer mulheres/abordagem – vai ser mais fácil, como no 2,  erros no game ou comportamentos beta  vão ser mais facilmente perdoados.

Atenção: Para quem gostaria de aprender o que é a redpill, façam um favor a vocês mesmos e fiquem um par de dias a absorver os resumos anuais do Rationalmale, ouro puro.

Tenho-me deparado com vários tipos de gajas:

1 – Aquelas que trabalham em empresas de merda e ganham muito menos do que eu. Algumas ainda nem acabaram os estudos mas estão sempre a fazer viagens para o estrangeiro (em lazer) e a postar fotos no facebook. Como é possível? Chapa ganha, chapa gasta? Não pensam no futuro? Não sou pai delas para as sustentar, puta que as pariu… O máximo a que podem almejar é uma vida razoável porém parasitária. Não servem para mim.

2 – As putas assumidas ou mulheres modernas e emancipadas das relações abertas ou namoros de curta duração, ainda não lhes chegou uma década ou mais de javardice… Mas o plano delas vai sair mais furado do que aquelas conas, daqui a 5 aninhos já estarão acabadas e ninguém as vai levar a sério.

Elas podem ter trabalhos mal pagos, não ter estudos, gastar todo o dinheiro, etc… mas não deixam de estar bem na vida e em capacidade de encontrar o melhor dos parceiros, o SMV feminino ( ao contrário do masculino) é quase exclusivamente baseado na beleza física.

Analisando o gráfico do SMV, verificam que as mulheres entre os 16-29 estão nos anos dourados do mercado sexual. Têm muito mais valor do que os homens da mesma faixa etária. Muitas aproveitam para satisfazer a hipergamia ao máximo, viajam pelo mundo, postam todas as fotos possíveis no facebook/insta para ostentar os seus status de SMV. E claro, fodem com o maior número de alfas possível. Quando chegam aos 30,  nota-se a tendência a mudar, a busca pelo beta provider ganha primazia ( a chamada vida parasitária que o Binbaum bem sublinhou).

3 – As mães solteiras, algumas desesperadas, outras sem noção. Em princípio não conseguirão parasitar ninguém em particular, apenas o estado que somos todos nós. São as mães guerreiras, coragem etc.

Por outras palavras, engravidaram de um alfa que não quis saber delas. Agora estão em busca de um provider que sustente o filho bastardo.

4 – Aquelas gajas que em 3 anos tiveram 6 cornos mas passam a vida a publicar artigos do jafoste no facebook e a pregar aos sete ventos que os homens são todos uma merda e não as valorizam. Passado um mês já estão com outro igual aos últimos 6, um merdas feio, desempregado e azeiteiro a viver do RSI.

Clássico Beta bait. Elas adoram tudo nos alfas que lhes meteram os cornos, o único problema foi que não os conseguiram manter. Respondam a esses pedidos de atenção beta com consideração por elas e ficarão para sempre catalogados como os gajos que não lhes despertam desejo sexual. Como é óbvio, um tempo depois estão de volta a um novo alfa (ou ao que lhes meteu os cornos n vezes)  não reactivo que não se deixa influenciar pelos caprichos da menina.

Estarei condenado a ter um filho por inseminação artificial como o cronaldo? Será que me vão obrigar a tratá-las como objetos descartáveis, como o pedaço de lixo que até agora têm demonstrado ser? Uma pastilha elástica que depois de mastigada se deita fora? Uma folha de papel higiénico a que se limpa o cu e se manda pela sanita abaixo? Será que este tipo de mulheres serve algum propósito para além de serem receptáculos de esperma? Será que hoje em dia há outro tipo de mulheres?- Bimbaum

Todas as mulheres devem ser tratadas como objectos descartáveis, essa é a mentalidade alfa. Quanto mais cedo perceberem que não existem gajas especiais/unicórnios mais rapidamente vão ser bem sucedido na vida amorosa.

Isto não significa que nunca possam ter relações de longo prazo bem sucedidas, mas que o idealismo blue pill da “nice girl” é um mito. No ambiente certo, com o alfa certo, a mais pura das raparigas vira uma slut completa.

alfa come qualquer gaja

“Good girls are just bad girls who never got caught.”

Vlad: O maior Sedutor Português [Entrevista]

seduçãoMuitos terão ouvido falar de Casanova, Zezé Camarinha, Capitão Roby, figuras incontornáveis do panorama da sedução nacional e internacional, mas estes ícones da sedução encontram no presente um igual, Vlad Teach. Após o artigo 5 Factos sobre o Daygame em Portugal, a Távola Redonda decidiu entrar em contacto com o Life Coach que dormiu com mais de 100 mulheres em menos de um ano e acordou uma entrevista exclusiva.

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Apresentação

Olá Vlad, em primeiro lugar, uma pequena apresentação, podias dizer-nos como te chamas? quantos anos tens? o que fazes na vida?

-Vlad Teach, o meu nome verdadeiro permanece privado . Tenho 23 anos e estou a formar-me em Psicologia e Personal Training. Dou formações nesta área e tenho clientes de PT.

Como era a tua vida amorosa antes do PUA?

-Era inexistente, nem consigo conceber o passado antes de aprender sobre Auto-Ajuda e Ciências Sociais.

Conta-nos uma pequena história do teu percurso, da tua evolução?

-Em tenra idade deparei-me com um website onde referiam PUA, na altura só existia Mystery Method e pouco mais. Li bastante sobre o assunto mas não tinha sequer possibilidades de praticar (escola privada, zero popularidade etc).

Quando saí da escola comecei a praticar Daygame por mim mesmo, tentativa e erro, e só me deparei com produtos sobre o tema quando entrei para a Comunidade Portuguesa, onde vários membros, simpaticamente, me providenciaram produtos online de já reconhecidos Gurus. Aí dei um salto grande no meu Game, ainda que já tivesse dormido com umas valentes dezenas de mulheres em daygame. Mas de salientar que nessa altura era mais fácil, não havia tanta competição, especialmente com o enxame de RSD Inner Circle. Agora é quase impossível abordar uma mulher com algum sentimento de espanto e novidade para ela.

A partir daí entrei numa espiral positiva, à medida que a quantidade e qualidade das mulheres aumentava, proporcionalmente a minha confiança aumentava , ad infinitum.

Agora estou numa relação séria. Tenho objectivos diferentes. Mas a grande diferença é que antes usava muito a decepção e a mentira, pois achava, e achava bem, que quem eu era verdadeiramente não era suficiente. Mas tanto por ter investido em mim mesmo (intelectualmente e recentemente fisicamente) e por certas mulheres de abismal beleza me terem demonstrado que me amavam por quem eu era realmente, não pela máscara que usava, mudei nesse sentido e agora aceito-me a 100% e acredito piamente em honestidade brutal.

Como conheceste a comunidade de sedução portuguesa? Qual é a opinião que tens sobre ela?

-Um amigo da minha irmã estava presente na comunidade e inseriu-me na mesma. Tenho opiniões individuais e opiniões generalizadas. Existem membros muitíssimo fracos e outros muito fortes. Mas todos me pareceram excelentes pessoas e com boas intenções. Muitos ajudaram-me e acreditaram em mim, com especial referência ao Francis Dias.

A comunidade em geral é uma força positiva onde não existem julgamentos e todos se ajudam. O único problema que aponto é a aparente obsessão com novas técnicas e produtos, e contra mim falo, mas já não há segredos no Game.  Em vez de praticarem e se desenvolverem, passam (alguns membros suspeito) horas a ver vídeos e a sacar produtos dos RSD.

A culpa não é deles, pois é-lhes vendida a ilusão que podem ter resultados em Portugal iguais aos que se tem em cidades como Las Vegas  e LA, e que enquanto não se tiver, há que comprar o ultimo programa que vai finalmente mudar tudo. Tanto em termos de cultura e Sheer Number [n.d.e. números brutos] de mulheres atraentes e disponíveis… Não tem nada a ver.

Sedução

sacar gajas

Como é que costumas meter conversas? E onde?

-Sou sempre directo, mas deixo claro que aparência física não é suficiente para me seduzir. Qualquer lado onde veja uma mulher que me deixe nervoso pela sua beleza.

Quão importantes são os primeiros segundos de uma abordagem? Já deste a volta depois de uma reacção que ao início correu mal ( a rapariga reagir de maneira desagradável)?

-São depressivamente importantes. Evoluímos para categorizarmos as pessoas em meros segundos. Dito isto, a reacção inicial dela não fala necessariamente do que se passa realmente no cérebro dela. Ou seja, reacções negativas podem facilmente tornar-se em noites agradáveis ou relações duradouras.

Qual é o teu maior segredo de sedução?

-Ter uma causa (direitos animais) e estar disposto a dar tudo por ela. As mulheres querem um homem com um grande coração e querem fazer parte de algo maior que elas mesmas. Ter uma missão, deixar uma marca positiva no mundo. Mas como a maior parte das pessoas não está disposta  ao sacrifício e responsabilidade de ser um “exemplo” resta-lhes escolher entre a mediocridade ou seguir alguém.

Achas que o game é difícil em Portugal? O que podia melhorar? Se pudesses fazê-lo noutro país, onde o farias e porquê?

-Sim, acho com toda a franqueza. Existem poucas mulheres atraentes em relação a muitos outros países.  Consequentemente, as que são, têm um Ego gigante e muito mais pretendentes a lutar por elas. Mais, a cultura repressiva não ajuda. Nos Estados Unidos, tenho mulheres consideradas lindas a mandarem-me Nudes (com contexto) às dezenas, só porque aparento ter no facebook meio palmo de cara, enquanto que aqui nem sequer olham para mim. Isto para dar um exemplo.  Qualquer país de Leste e do Norte. Apreciam um homem masculino e são mais desinibidas, respectivamente.

pick-up-artist

Muitos homens queixam-se de não terem sucesso com mulheres porque não têm dinheiro. Soubemos que quando começaste sobrevivias o teu dia-a-dia só com uma pequena mesada e vivias em casa dos teus pais. Mesmo assim, conseguias dormir com dezenas de mulheres em intervalos de poucos meses, como é que conseguias? Que mensagem é que queres deixar para estes homens?

-Substituiria mesada por caridade de alimentação. Tive de arranjar maneira de as convencer a dormir com elas nas suas casas/hotéis/quartos. Excepcionalmente em Motéis. Podem ver o meu vídeo sobre este tema. Mas deixo esta mensagem: Para casarem quando já passam dos trinta, o dinheiro interessa.

Para dormirem com um homem, as mulheres querem prazer e emoções poderosas. Finalmente, hoje em dia, qualquer mulher tem condições para se sustentar, especialmente se for muito atraente. Foquem-se em tornarem-se boas pessoas e em seguirem os vossos sonhos e elas virão atrás.

És um dos percursos da profissionalização do PUA em Portugal: com um canal de youtube, uma página no facebook e uma escola de sedução. Achas que Portugal tem mercado para coaches de sedução? Quais são os tipos de homens que procuram os teus bootcamps?

-Não tem, mesmo os meus preços simpáticos são altos para a maior parte dos jovens. A maior parte dos meus clientes são homens mais velhos com certas posses, que me consultam em regime de absoluta discrição. Disto isto, se todos os homens que vão sair à noite na vã esperança de terem sexo viessem ter comigo, já seria milionário. Mas o Ego não permite. Todos os homens querem acreditar que sabem seduzir uma mulher ou andar à porrada, até serem rejeitados sóbrios ou levarem um murro nos dentes.

Para os leitores da Távola Redonda que procuram melhorar os seus resultados com mulheres, ou mesmo ultrapassar crenças limitantes, que pequeno conselho é que lhes dás?

-Conhecimento, através de mim ou das centenas de Coaches da Internet, e prática. Sair à noite e durante o dia e abordar mulheres. Independentemente dos objectivos, só através de abundância podemos exercer escolha. Existem muitas mulheres lindas cuja fantasia são tipos exactamente como vocês, quem quer que esteja a ler, têm é de as procurar.

Feminismo & RedPill

Não sei se te encontras ao corrente de tudo o que se passa em Portugal relativamente ao movimento feminista. Nos últimos dias, a deputada Mariana Mortágua levantou o tema de uma “suposta” cultura de violação existente em Portugal, outra feminista chamada Maria Pessoa lançou um artigo onde fazia a equivalência entre violação e sexo assim-assim. O que pensas sobre o assunto?

-As mulheres foram oprimidas durante toda a história da humanidade, assim dou-lhes um desconto moral pelas absurdidades actuais. (…) A frustração que provoca nos homens ver uma mulher atraente com os seus atributos a pavonear-se é indescritível (testosterona, etc) e se elas pudessem sequer concebê-lo pensariam duas vezes antes de acusarem os homens de certos nomes e de falta de respeito. É literalmente o nosso ímpeto mais primordial, o de cortejarmos uma fêmea atraente.  Finalmente, aponto, a medo, um certo cinismo por parte das mulheres, pois creio que a maior parte são francamente demasiado feias para convidarem qualquer tipo de assédio, e portanto expressam-se mais no sentido de massajarem o seu ego ferido do que de uma realidade.

MRA/RedPill/Neomasculinity foram adoptados por muitos antigos PUA’s, vês-te a prosseguir esse caminho?

-Não. (…) Não esquecer que ser mulher está intimamente ligado a ser atraente. As mulheres que não o são sofrem a vida toda, as que são sofrem ainda mais quando envelhecem. Imaginemos que o nosso valor aos olhos da sociedade é se somos desejáveis ou não… É uma realidade cruel. Dito isto, há uma falta de compaixão pelos desafios de ser homem no mercado sexual, concordamos que as mulheres têm-no muito mais fácil mas lembrem-se… Só as desejáveis, e mesmo essas vão levar com o camião da velhice mais cedo ou mais tarde.

Portanto defendo os direitos dos dois, cada sexo com os seus problemas e as suas bênçãos.

Perguntas Rápidas

Com quantas mulheres já dormiste na vida?

-Número exacto já perdi a conta, mas é superior a 200.

Um guru de Pua que tenha influenciado a tua vida?

-A minha maior influência é o James Bond, não é exactamente um Guru hehe.

Um livro?

-O homem que procurava o sentido da vida- Ramirro Calle

Mulheres: técnica ou talento (inato)?

-Técnica.

Atracção ou Sedução?

-Sedução.

Um elemento indispensável no teu game, sem o qual não consegues fazer close?

-Absoluta Vulnerabilidade.

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Obrigado pelo disponibilidade para esta entrevista, Vlad. Antes de nos despedirmos, como é que leitores da Távola podem acompanhar o teu trabalho, ou mesmo inscrever-se para os teus bootcamps?

-Podem acompanhar o meu Canal Youtube- Vlad Teach – que se encontra num lamentável Hiatus devido a obrigações laborais/académicas. A minha página de facebook do mesmo nome. Podem enviar-me mensagem privada ou para o email: teachvlad@gmail.com

7 Razões porque deves juntar-te a um PUA Lair

rsd lisboa
Um dos vários Lairs presentes em Portugal.

Se vives numa grande cidade europeia, ou do ocidente em geral, provavelmente existe um PUA Lair activo nas proximidades.

Nunca ouviste falar de um PUA Lair?

Não és o único. Os lair de pua funcionam numa espécie de semi-secretismo. Apesar disso, na realidade são apenas grupos de pessoas que se reúnem com o intuito de aumentar as suas capacidades sociais (principalmente viradas para a sedução). Por norma, saem à noite (ou mesmo de dia), trocam ideias sobre game e vão meter conversa com mulheres.

1 Malta fixe para sair à noite

Quantas vezes quiseste sair com o propósito de engatar e não tinhas com quem ir, ou se tinhas, eles simplesmente não eram capazes de meter conversa e acabavam por ser uns espanta conas.

Muita gente, ao encontrar este obstáculo, acaba por desistir e opta por deixar a vida amorosa ao Deus dará. Logo, a necessidade de se encontrar um grupo de wings é importante para quem se quer meter nestas andanças, como podemos ver também num comentário em 5 Factos sobre o Daygame em Portugal.

Anonymous: March 30, 2017  “eu queria ir fazer daygame e preciso de um wingman pq tenho muitas dificuldades”

Uma boa solução para este problema é fazer parte da comunidade local de sedução. Após uma procura na internet pelo tema, rapidamente se encontram os lairs existentes. Frequentemente os membros reunem-se semanalmente ou mesmo diáriamente para fazerem o chamado “sarge”.

Verb; to Sarge.
The act of engaging conversational rapport with a complete stranger.
Though tied to the seduction community as the official name for being “on the hunt,” – Urban dictionary

Na pior das hipóteses, vais encontrar alguns elementos algo estranhos, malta com pouco à vontade social e algo “descalibrada”. No entanto, a norma vão ser pessoas boa onda e cheias de afinco na arte de abordar mulheres. Um ponto muito positivo, é que como todos estão lá com o mesmo objectivo, a ansiedade de ser julgado socialmente nas abordagens (medo de ser rejeitado) é muito menor, comparativamente às saídas com amigos da faculdade ou do trabalho.

2 Um fórum de partilha de ideias

Assim como um dos âmbitos deste blog foi disseminar a redpill, a verdade sobre  as dinámicas intersexuais, as comunidades de PUA têm os seus próprios fóruns ou grupos de facebook onde são contadas histórias (Field Reports), trocadas dicas de sedução e testadas ideias sobre os melhores métodos para conhecer, atrair, beijar e dormir com gajas.  Embora a maioria do material sobre engate se possa encontrar livremente na internet, ou mesmo na Távola Redonda, o factor de participação e análise das situações com malta que vive na tua cidade é sempre uma ajuda preciosa.

3 Sair da tua zona de conforto

daniel torres
Daniel Torres, PUA Português que desistiu do seu trabalho para viajar pelo mundo a fazer game

A velocidade com que podes evoluir nas artes venusianas é muito maior do que se o fizeres sozinho. O factor chave aqui é ter o incentivo extra para sair da zona de conforto.

Num dia vais sair com um grupo que deambula as ruas do bairro alto incessantemente em busca de presas . No seguinte, com um rapaz que passa as tardes no starbuck da Baixa, com o seu portátil, fato e gravata e aborda turistas com histórias treinadas (as chamadas rotinas). Noutro, conheces quem tenha entrado em associações de Erasmus (ou em aulas de dança, por exemplo), porque se apercebeu que desta maneira eram as raparigas que andavam à volta dele, e não ele delas.

4 Oportunidade para conhecer gurus nacionais/internacionais

Com alguma frequência, as comunidades locais organizam eventos onde os melhores sedutores são convidados a dar workshops/palestras. São chances únicas para ter uma perspectiva do que melhor se faz na área.

Nos últimos anos, tivemos em Portugal o mais famoso guru da comunidade PUA, Mystery aka Erik Von Markovik, autor do The Mystery Method, considerada por muitos como um dos  percursores da teorização da sedução. O seu livro, aclamado como uma bíblia da sedução, é essencial para quem conhecer todo o lingo dos Pick-up-Artist, tendo o mesmo , por exemplo, criado conceitos como LMR (resistência de último minuto), DHV (Demonstração de valor) e IOI (Indicador de interesse). Não menos importante, é o incontornável modelo Atracção-Conforto-Sedução. Base da maioria das vertentes de sedução posteriores.

Também passaram por cá outras figuras conhecidas como: Zan Perrion (The Alabaster Girl), Mark Manson (Models: Attract Women Through Honesty) e Tom Torero.

5 Ter colegas onde quer que viajes

Um dos aspectos mais positivos é o espírito de “irmandade” que reina nestes Lairs. Não raras foram as vezes em que viajei por Portugal e tive a sorte de ser recebido por outros elementos nas suas cidades natais. Assim como, retribui o favor, e acabei por conhecer também estrangeiros que viajavam por terras Lusas e tinham estabelecido contacto connosco.

6 Criar amizades e contactos

Tal como os clubes desportivos, o toastmasters ou associações de estudantes aumentam a tua rede de amizades, os lairs de pua são uma oportunidade de conhecer gente de todos os espectros da sociedade, que muito dificilmente entraria em contacto noutra situação. Ainda hoje mantenho o contacto com vários elementos que são das pessoas mais dinâmicas e com pensamentos fora da caixa que tive o prazer de conhecer.

7 Torna-te um sedutor para a vida

Num mundo cada vez mais competitivo, e com uma  liberalização extrema do mercado sexual, cujas consequências podemos ver de maneira eximia nas obras de Houellebecq. Ter um conhecimento sólido de game (assim como da redpill) e uma experiência prática alargada são activos essenciais para navegar com sucesso o mercado sexual  e atingir a posição de homem Alfa.

“It’s a fact…that in societies like ours sex truly represents a second system of differentiation, completely independent of money; and as a system of differentiation it functions just as mercilessly. The effects of these two systems are, furthermore, strictly equivalent. Just like unrestrained economic liberalism, and for similar reasons, sexual liberalism produces phenomena of absolute pauperization . Some men make love every day; others five or six times in their life, or never. Some make love with dozens of women; others with none. It’s what’s known as ‘the law of the market’…Economic liberalism is an extension of the domain of the struggle, its extension to all ages and all classes of society. Sexual liberalism is likewise an extension of the domain of the struggle, its extension to all ages and all classes of society.”
― Michel Houellebecq, Whatever

Marca Beta do Mês – Preservativos Control

Em homenagem ao clássico “Beta of the month”  do Chateau Heartiste, onde o mesmo expõe casos de comportamentos beta dos mais tristes exemplares masculinos. A Távola Redonda traz-vos a versão Portuguesa para marcas comerciais.

O objectivo, esmiuçar as situações em que a violação dos preceitos masculinos é de uma grandeza tão constrangedora que a exposição pública é absolutamente necessária para estancar esse mal.

A história deste mês começa com o seguinte anúncio no facebook da marca Control.

control

Em suma, uma marca cujo público-alvo são homens faz uma afirmação de que estes gostam de uma determinada posição sexual, onde a mulher se encontra dominada pelo mesmo. À primeira vista, nada de novo. Não é preciso ter-se uma grande experiência sexual para saber que as mulheres gostam, e muito, de ser dominadas na cama ( e mesmo fora delas). Ora vejamos o que se seguiu.

control portugal beta

Surpresa?! Não… Como seria de esperar uma chuva de mensagens de feministas indignadas e manginas em busca de aprovação (destas primeiras) inundou as redes sociais. As feministas como se sabe – já não têm quaisquer lutas credíveis para onde se virar – para manterem esse lobby vivo, passaram a alimentar-se de tudo o que possa ser usado como arma de arremesso para atacar o sexo oposto.

No entanto, até o mais ingénuo dos transeuntes que tenha dado de caras com o anúncio, deverá ter percebido que aquilo era, apenas, uma imagem com piada e um comentário com o objectivo de gerar uma certa onda, sem contudo ferir qualquer pessoa ou susceptibilidade.

De modo que, o desfecho da história vai mostrar-nos, mais uma vez, a falta de coragem para manter posições que assola a nossa sociedade.

beta do mes

Pois bem, a Control Portugal vacilou totalmente, tal como o mais inocentes dos beta, ao primeiro sinal de indignação da fêmea, foi imediatamente a correr pedir desculpa.

Como é que uma marca direccionada a homens (masculinos) que fazem sexo, pode ser coerente se não é capaz de aguentar uma simples frame?

Felizmente para nós, muitos portugueses começam, cada vez mais, a abrir os olhos e aperceber-se das verdades da Red Pill. Deixo-vos, no final do post, a  transcrição na íntegra da brilhante resposta ao sucedido do comediante Paulo Almeida.

E, porventura, quando forem a uma farmácia comprar preservativos. Lembrem-se de que existe uma grande probabilidade da fêmea que vão partir, estar ao corrente da falta de colhões que representa a control. Pensem duas vezes, se querem correr o risco de ser associados a marcas Beta.

“No dia 31 de Março, a Control publicou esta imagem na sua página de Facebook acompanhada do texto “Esta é a posição que mais agrada aos homens e nada mais é do que a mulher ficar de 4, dando total poder ao homem sobre ela. Experimenta que o resultado será bom de certeza.”
Umas horas depois emitiu o pedido de desculpa que podem ver na imagem e apagou a publicação.
Porquê?
Porque centenas de indignados inundaram a caixa de comentários da marca e acusaram-nos de machismo. Horas depois, a plataforma “Capazes” aproveitou a onda, quiçá para tentar vender mais 1 ou 2 produtos de merchandising, felicitou a Control pela atitude e deixou um conselho para que “as próximas campanhas sejam um reflexo de uma evolução na comunicação” porque não querem ler posts destes. Isto depois de terem comentado esse mesmo post dizendo “Control Portugal que vida sexual aborrecida que vocês têm! É que esta cena do poder…é muito relativa. Sabem que também há homens que ficam de 4 nesta posição? E super “agradados”? Experimentem. O resultado será bom com certeza. Beijinho no ombro.”
Uma evolução na comunicação?! Não me lixem.
Isto é um retrocesso na comunicação, isso sim. Hoje em dia quando meia dúzia de pessoas se juntam online para fazer queixinhas, a maioria das marcas e figuras públicas ficam com o rabo entre as pernas e preferem pedir desculpa indo contra o que acreditam para não perderem 4 clientes ou patrocínios, do que cagar de alto para esta meia dúzia de ditadorzecos wannabe.
Sim, esta era uma campanha dirigida aos homens, baseada numa suposição popular e conhecida de que esta é a posição que mais agrada ao sexo masculino e utilizaram um homem e uma mulher porque nas palavras da marca, “é apenas uma forma de comunicar usando os símbolos presentes no logotipo”.
Podiam ter invertido a situação? Podiam ter usado 2 mulheres ou 2 homens? Podiam. Mas não o fizeram simplesmente porque esta campanha era dirigida ao público masculino heterossexual. Ponto.
Esta nova cultura do “desculpismo” preocupa-me porque está a colocar um poder cada vez maior nas mãos de grupos organizados e de patetas solitários que pensam que são os provedores da moral e dos bons costumes da internet. E preocupa-me ainda mais porque da internet para o mundo real é apenas um pulinho, e qualquer dia dizer “bom dia” a um amigo que encontramos na rua vai ser considerado “ofensivo” e “sexista” porque não dissemos “bom dia” a todas as mulheres, bissexuais e transgéneros que possam estar hipoteticamente num raio de 500 metros.
Não há mesmo pachorra para isto.
Publicitários, marcas, figuras “públicas”…faça-me um grande favor e ganhem um par de c*lhões para mandar esta gente toda para o caralh* ok? «

O candidato anti-sistema

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Macron, “o candidato de fora do sistema”: o ex-ministro da economia do Presidente socialista François Hollande, ex- banqueiro do banco zionista Rothschild (família judaica conhecida por dominar as finanças europeias desde o século XVIII) e o único candidato apoiado incondicionalmente por todos os medias.

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O circulo intimo de Macron- o candidato que se auto-proclama de fora do sistema político, não sendo de direita, nem de esquerda – é curiosamente constituído pelos mesmos apoiantes de François Hollande…

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Hollande: “Sabes Emmanuel, o meu inimigo é a banca!”

Hollande: “Mas não, enfim!.. é uma brincadeira para enganar os sem dentes*”

*Sem dentes –  nome pelo qual o presidente socialista se refere aos pobres.

5 Factos sobre o Daygame em Portugal

Daygamer João Tomé
Daygamer João do canal Los Bitchachos

 O Daygame apresenta uma resposta pragmática a um grande problema do homem actual, para quem, muito devido ao condicionamento social feminista a que fomos sujeitos nas últimas décadas, algo tão natural como dizer olá à rapariga gira do comboio é uma impossibilidade.

O homem médio frustrado (AFC) da actualidade tem medo de agir e acaba por revelar a sua frustração nos grupos do estilo: “vi-te no comboio”, “vi-te na baixa”, “vi-te no metro”. Em suma, páginas para quem se “apaixonou” pelo passageiro do lado e nada fez.

“Sentou-se ao meu lado, puxou de um livro e ao fazer esse gesto, encostou-se a mim e eu gostei deste toque. Não é comum, tratando-se de um acidente, nem a pessoa manter-se encostada nem eu gostar tanto… Sentia a respiração dela quase coordenada com a minha, como uma carícia com o braço. De vez em quando entrávamos numa estação, eu tirava os óculos de sol e olhava discretamente para os pés dela e depois para as pernas e subia para os olhos. De uma das vezes tenho a certeza que ela olhou para mim ao mesmo tempo. Adorei a sensação de mais ninguém saber o que se passava entre nós dois. Quase a chegar ao Porto as nossas pernas tocaram e mais uma vez aquilo soube bem e ela não fugiu. Nem eu…

Quando estava para sair, toquei inadvertidamente na perna dela de raspão e foi demais. Saí em Campanhã e ela ficou. Esperei que toda a gente saísse à minha frente e ela só olhou uma vez para mim, mas esse olhar deixou-me a tremer. Ainda estou a tremer.” –  Típica reacção masculina nas interacções diárias com fêmeas  

Quase nada pode ser um maior indicador de beta do que:

1) revelar publicamente que não conseguem ultrapassar inseguranças;

2) não conseguir cumprir  requisitos mínimos de masculinidade como iniciar uma conversa com alguém do sexo oposto;

3) revelar uma extraordinária mentalidade de escassez quando admitem que basta um momento de troca de olhares com uma estranha para acabaram perdidamente  apaixonados.

Seguindo a linha de temas da manosphere levantados nos últimos dias pelo Patriarca e pelo Merlin: a importância de manter a frame, hipergamia, o valor reprodutivo (R) e providencial (P), apresento-vos 5 factos essenciais sobre Daygame:

1  O que é o daygame?

 O daygame é de entre as fonte de mulheres (nightgame, online game, circulo social) a mais abundante a que qualquer homem tem acesso. Na prática estão incluídos todos os locais onde durante o dia se podem conhecer mulheres, tais como: os transportes, cafés, bibliotecas, a rua, supermercado etc…

 2 Directo vs Indirecto:

A eterna discussão da abordagem. Revelar imediatamente as intenções, ou começar a conversa com uma pergunta inócua de direções “sabes onde fica o Starbucks?”. Ambos os métodos têm as suas valências. O primeiro demonstra uma certa coragem, no entanto o efeito de abrir o jogo logo de início leva, muitas vezes, a que hajam bastantes rejeições no primeiro minuto. O que não é necessariamente mau. Evita algumas perdas de tempo, filtrando muitas raparigas que à partida por terem namorado, entre outras razões não estariam disponíveis.

  • Directo / London Daygame Model

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O popular Yad Stop é de longe o método de abordagem mais apreciado pelos daygamers. Consiste em deixar uma rapariga na rua passar por nós, para depois se voltar atrás e aborda-la.

“Olá, posso-te dizer uma coisa muito rápido” attention snap

“vinha a descer a rua quando passei por ti e tive de voltar atrás” prehistory

“tinhas um ar giro/interessante/misterioso” observational statement

O ponto forte desta abertura é ser relativamente automática e servir para todas as mulheres (numa situação de nervosismo, não ter de inventar a roda sempre que vamos meter conversa ajuda a evitar casos de bloqueio).

A transição para uma conversa corrente passa por fazer imediatamente um assumption stacking, que se baseia em transformar perguntas em suposições.

Trocar perguntas como: de onde és? O que fazes na vida? Quais são os teus hobbys/personalidade?

Por suposições como: “tu pareces/tens ar de ser/aposto que és do porto/ estudante de artes/ uma pessoa aventureira”.

Procura no sotaque, fisionomia, roupa/acessórios de moda, tatuagens/piercings, maneira de andar, ideias para que juntamente com estereótipos e cultura geral possas desenvolver a conversa.

Não se preocupem com os casos em que a suposição passa completamente ao lado e não tem nada a ver com ela. As respostas prováveis vão ser algo do género: “não, porque achas que sou assim?”; “por acaso sou, como é que adivinhaste?” e um terceiro caso, uma resposta seca/tímida, sim, não, ou mesmo não resposta. Nos dois primeiros a interacção já encaminhou para uma conversa, no último é preciso voltar a insistir com mais suposições até se atingir um “hook point”.

  • Indirecto / Daybang

Como alternativa, Roosh V, apelidado de  “o violador mais famoso do mundo”  pelos média mainstream, além de nós trazer manuais de sedução aplicados a cada país do mundo, tem na sua obra Daybang um refinado conjunto de estratégias indiretas que são bem aplicadas em ambientes/lugares fechados de “maior pressão”.

Starbucks/Metro/biblioteca: 1) pergunta sobre se o lugar está livre 2) se o livro que estão a ler é interessante 3) qual é a marca do computador e se funciona bem 4) Onde fica a paragem x

Prós:  É uma abordagem com relativamente pouca pressão e as mulheres estão programadas socialmente para responder de forma simpática a este tipo de questões.

Contra: Necessidade de algum “rambling” que nem sempre é fácil. Fazer a ligação entre frases de modo a levar a conversa para o lado pessoal e introduzir “baits” de forma a facilitar que a rapariga faça perguntas.

3) Venues/ Locais

O daygame funciona melhor em cidades grandes, onde o número de mulheres disponíveis para abordar é superior e ser-se rejeitado por uma não tem qualquer impacto a nível social.

  • Lisboa: Centros comerciais como o Colombo, Vasco da gama e Baixa 

A Baixa lisboeta, especialmente a rua Augusta, é a zona mais frequentada por PUAs. A principal razão é estar cheia de turistas e Erasmus. Elas, devido ao efeito “férias”, estão mais abertas a serem abordadas e permitem que os resultados sejam mais rápidos do que com portuguesas. Em contrapartida, nos centros comercias a concorrência é bastante mais baixa, mas a pressão  nas abordagens é relativamente maior.

  • Porto: Rua de Santa Catarina/Avenida dos Aliados

Sempre que fui ao Porto encontrei uma mistura de locais e estrangeiras nestas zonas, mas em geral um menor número de mulheres (principalmente turistas) do que na baixa lisboeta. Igualmente não se encontram tantos PUAs.

4 Daygamers em Portugal:

Em lisboa, temos os Los Bitchatchos que lançaram um grupo de youtube onde fazem “experiências sociais”. Tudo vale para nós mostrarem que praticamente qualquer coisa serve para iniciar uma conversa com uma rapariga atraente na rua.

No Porto, tivemos o exemplo do Eddie da Street Attraction a fazer coaching de Daygame pelo Centro e a analisar o nosso mercado.

5 Até onde podem chegar

O melhor Daygamer português da atualidade, Vlad Teach, é creditado por fazer mais de 100 FC/ano (Fuck close).

Muito embora, numa perspectiva realista, os resultados deste coach de sedução dificilmente sejam replicáveis. Trata-se de alguém que pratica já há bastantes anos daygame e a um ritmo quase profissional.

Para a maioria que não dispõe das horas necessárias para jogar a esse nível, o daygame vai permitir abordar a rapariga do metro, do comboio, do café e mesmo a rapariga que passou por nós na rua, sem a menor ansiedade e com um padrão de comportamentos estruturados para maximizar a probabilidade de sucesso.

 

Aborto: Devem as mulheres ser punidas?

aborto homicidio

Devido ao regresso da lei da mordaça global imposta por Donald Trump, a questão do aborto volta a ocupar um lugar de destaque na esfera pública.

Em primeiro lugar, quero salientar que enquanto defensor de uma vertente libertária de pensamento, prefiro dar o poder de decisão a cada cidadão sobre a maioria dos assuntos, incluindo o aborto, em detrimento do Estado.

Não pretendo entrar no debate de quando começa uma vida, ou se um embrião/feto deve ter os mesmos direito à vida que um ser humano “pós-nascimento”. O que desejo mostrar é como as leis do aborto actuais desrespeitam e oprimem os direitos de um grupo de pessoas, grupo esse que representa sensivelmente metade da população, os homens.

“A woman can legally deprive a man of his right to become a parent or force him to become one against his will” – Armin Brott

O Aborto na actualidade: uma forma de opressão do homem:

Vamos começar por analisar o “outcome” dos casos em que existe uma discórdia entre o homem e a mulher acerca do nascimento ou não de uma criança:

Caso A – Mulher é pro aborto + Homem é contra

= Mulher aborta

Caso B – Homem é pro aborto + Mulher é contra

= A mulher não só guarda a criança, como o homem é obrigado a pagar uma pensão durante 18 anos (em Portugal podendo chegar aos 25).

Um Win Win para as mulheres em ambos os casos, um “have your cake and eat it”. Verifica-se um completo desprezo em termos jurídicos pela vontade do homem.

Claro que esta situação, que é semelhante na maioria dos países ocidentais, leva de maneira recorrente à exploração do homem por diversas mulheres:

-Exemplo do Caso A: O Dr. Ostreicher, um ortodontista norte-americano, viu a sua mulher abortar o seu filho porque este rejeitara  rasgar o acordo pré-nupcial que tinham assinado anos antes.

-Exemplo do Caso B:  Situações de mulheres no Reino Unido que engravidam enganado os parceiros: deixando de tomar contraceptivos ou mesmo  transferindo esperma de preservativos usados.

Nem sequer podemos ter uma ideia precisa da quantidade de vitimas que existem actualmente no nosso país e no resto do mundo, pois os mainstream media silenciam e optam por não dar voz às situações de opressão do homem.

O que pode um homem fazer para impedir o aborto, ou o nascimento de um bebe indesejado?

Nada, a lei portuguesa confere o direito à  autodeterminação da mulher no caso do aborto, e o tribunal constitucional veio também confirmar que os homens têm de assumir os seus filhos contra a sua vontade. 

“My body My choice”

direitos dos homens

A falácia feminista “my body, my choice”. O corpo pode ser da mulher, mas o ser que se encontra no interior é geneticamente tanto da mãe como do pai. Alias, no caso de uma barriga de aluguer, o feto pode inclusivo ser de uma mulher diferente, funcionando o corpo apenas como local de alojamento.

Analisando o caso A, se o homem for, por exemplo, um cristão que não concorda com o aborto e decida opor-se, caso a mulher proceda na mesma, ela estará para todos os efeitos a matar o futuro filho do seu parceiro.

Consentimento Masculino uma questão vital:

Quando um homem se envolve com uma mulher, mesmo nos casos de sexo desprotegido, não está a dar o consentimento, nem ao nascimento de uma criança, nem à sua morte. Na realidade está simplesmente a dizer sim a um momento de prazer mutuo entre duas pessoas.

É portanto premente que se procure a obtenção do consentimento. Vejamos os casos revisitados tendo em consideração a busca pelo consentimento masculino:

Caso A – Mulher é pro aborto + Homem é contra

= Se a mulher não conseguir o consentimento do homem (um documento legal assinado e reconhecido pelo poder jurídico) deverá ficar para todos os efeitos proibida de abortar, e se o fizer devera ser punida pelo homicídio do futuro filho. Como corolário, se uma mulher não souber quem é o pai e/ou prestar um falso testemunho sobre quem é o pai biológico de modo a poder abortar deverá também ser punida.

No entanto, caso a mulher decida que só vai ter o filho porque é proibida de abortar, deverá poder optar por não ter quaisquer responsabilidades futuras com a criança, uma vez que uma oposição ao aborto por parte de um dos pais terá de ser necessariamente também uma garantia de estar disponível para ser 100% responsável pela criança.

Caso B – Homem é pro aborto + Mulher é contra

= Se a mulher não conseguir o consentimento do homem para o nascimento da criança, e mesmo assim o decidir ter, deverá ficar para todos os efeitos a responsável pela criança, sendo obrigada a providenciar todas as condições financeiras, isentando o homem de qualquer responsabilidade.

Uma solução justa para a questão do aborto passa por preservar ao máximo a liberdade individual e garantir uma igualdade de direitos entre homens e mulheres 

Em caso de oposição de ideias entre os pais, a lei deve optar sempre por proteger a preservação da vida, em detrimento de a tirar.

Mas ao mesmo tempo, devemos respeitar o direito de quem não quer consentir o nascimento de filhos, isentando-os(as) assim de ter responsabilidades futuras sobre o mesmo.