Carrilho, Guimarães e Nós

Após acérrimo debate e muita ponderação, A Távola Redonda coloca-se solidariamente ao lado do Professor Manuel Maria Carrilho a quem deseja a melhor fortuna no processo que enfrenta. Excelentíssimo Senhor Professor, estamos consigo.

Os tabloides propagandearam a relação entre o antigo ministro da cultura de António Guterres e uma miúda da televisão, consumada em 2001. Apoiante da filosofia RedPill A Távola Redonda aplaude as escolhas pessoais do filósofo ao selecionar – após uma divertida e abonada vivência pré-matrimonial – uma fêmea intelectual e profissionalmente nula mas que obedecia estritamente a critérios estritos de beleza, idade e fertilidade. A escolha recaiu sobre Bárbara dos Santos Guimarães mas qualquer outra que cumprisse os supracitados requisitos serviria ao deputado e vereador e também filho de um deputado, governador e Edil de Viseu. A relação era, aos olhos do mundo, uma permuta comercial entre o valor reprodutivo (R) de Barbara e providencial (P) do Professor Doutor.
Image result for barbara e carrilho 2001Como ocorre frequentemente, ambos decresceram mas apenas um dos dois se esgotou. Ainda em funções, o membro do governo promoveu a esposa no meio cultural onde a mencionada, sem formação superior e muito provavelmente analfabeta, jamais poderia ter lugar. Com os anos e em resultado ao envilecimento que ocupara a sua existência antes de conhecer o esposo, o valor R decresceu acentuadamente. Por sua vez, o docente, apercebeu-se que o seu brilhantismo académico ou a extraordinária competência demonstrada na edificação do departamento estatal (inexistente antes da sua iniciativa) representavam competências inadequadas ao sucesso político e sub-valorizadas junto do eleitorado. Por essa razão afastou-se da ribalta retomando à cátedra na Universidade Nova de Lisboa, provavelmente uma das melhores do mundo na sua área de Estudos.


Os holofotes regressaram à vida do Doutor mas desta vez sem o brilhantismo merecido. Amargurada, ressequida e rancorosa ao invés de devota e leal, a (então muito menos) jovem Bárbara, lançou um conjunto vergonhoso de acusações sobre o homem que a amparara, apoiara e alimentara. Professoral, Manuel Maria Carrilho reconhece a inexistência de qualquer valor na ora desempregada, bastantes anos depois desta ter atingido a Wall, e sem qualquer complacência, aprontou-se a recolher qualquer um dos milhares de clones da ex-esposa que polvilham pelo país fora (mas dentro do prazo de validade). Preocupou-se – como qualquer Homem de valor – apenas com a sua prole qual deveria ser imediatamente afastada dos devaneios maternais. E aí começaram os seus problemas.


Para os Homens que gastaram muitos dos seus melhores anos satisfazendo desejos libidinosos, são notórios certos padrões em torno de Bárbara Guimarães. A mentira, a vitimização, o recurso a argumentos da ordem emocional e a convocatória de preconceitos imaginários sobre as diferenças reais entre a facilidade de existência masculina e feminina no século XXI. Mas também os excessos, a libertinagem (“A minha mãe bebe muito”), a irresponsabilidade, a necessidade de atenção, a manipulação de agentes terceiros para defesa própria, são típicos da sua condição. Durante os anos em que o antigo parceiro estudava com afinco, leccionava e prosseguia investigação para a Instituição de Ensino Superior, Bárbara desfrutava o cock carroussel alheia aos danos que este acarretava. Sendo consabidamente inapta para desempenhar qualquer função com utilidade societária, perdeu com a idade a sua última valência e encontra-se horrorizada pela condição a que foi acometida, mordendo – vingativa e tresloucadamente – a mão que lhe deu de comer. Hoje, não serve para ser conjugue. Não serve para nada.

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Aquilo que me deixa profundamente incrédulo é a apreciação que o caso recebe da vox poppuli. Não obstante as suas incompetências, a legião de fãs da antiga apresentadora – provavelmente minados pela reinante ideologia androfóbica e gerontofóbica – dispõe-se a tudo para defender a mulher, inclusive a agredir um Catedrático quem produziu mais em qualquer ano da sua vida do que Bárbara no somatório desses todos. A turba, impreparada e ignorante, estará disposta a suportar uma esposa infiel, uma mãe ausente, uma má profissional em nome do ideário vigente. Estará disposta a entregar-lhe os filhos, mesmo conhecendo a sua displiscência e a preferência declarada dos mesmos em permanecerem com o Pai, ou até sendo do conhecimento público que – aquando de um divórcio – os filhos têm maior sucesso profissional e académico se permanecerem na esfera educativa providenciada pelo progenitor. Estará, alternativamente, disposta apenas a condenar um homem com alguma idade, apenas por o ser.

Assim, o país maltrata um Professor Universitário, oprime um Homem de Valor, submete um servidor público a todo o tipo de vexames, enquanto promove a dondoca, a aproveitadora, a debochada.

Chamem-lhe igualdade.

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Author: Myrddin Emrys

Apaixonado por ciência e política, nesta ordem. Igualitarista obsessivo. Por essa razão, odeia o feminismo e persegue a hipocrisia da Esquerda moderna que abandonou (com requintado desprezo) o combate à pobreza trocando-o pela promoção erótica de marialvas, hedonistas e pervertidos. Português, pequeno burguês. Artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro.

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