Anúncio aos Betas à espera

Um dos temas mais batidos da Red Pill é a chamada “Parede” e os seus efeitos na vida amorosa das mulheres.

O ninho das harpias teve recentemente a cortesia de partilhar os desvarios de uma mulher agudamente ciente da expiração, à beira dos 40 (pelas fotos podiam ser quase 50), do seu prazo de validade. Vem em código, naturalmente, como tudo o que as mulheres dizem sobre estes temas, mas a mensagem é clara para quem sabe ler as entrelinhas: a autora andou a vida toda no carrossel das piças, a dedicar o “coração” (leia-se, todos os orifícios do corpo) a Alfas com um SMV bem acima do seu, que não conseguiu nunca segurar e que a usaram e deitaram fora. Mas agora sim, já aprendeu a amar e está pronta para encontrar a pessoa certa (ou seja, já se conformou com a inevitabilidade de ter de tolerar um Beta se não quer acabar sozinha).

Serve este post não para humilhar a dita que, coitada, se limitou a seguir os seus instintos e uma narrativa que encoraja este tipo de comportamento – apenas como aviso à navegação para as jovens que pretendam seguir estas opções de vida, e para os Betas que ponderem ficar com estes restos humanos (e sem acesso a todos os orifícios, porque ela “já não faz essas coisas”).

mais um tijolo na parede
Mais um tijolo na parede

AOS (DES)AMORES

Não é fácil chegar à porta dos quarenta anos e ter de admitir – para mim, principalmente – que afinal não sei amar. Mas a realidade é mesmo esta. Eu não sei amar. Não o soube este tempo todo. Caramba. Afinal, eu – eu que sempre me achei a sensibilidade em pessoa – nunca percebi nada sobre o que é amar. Andei este tempo todo a fazer as coisas ao contrário. Eu, que me virava do avesso para que tudo estivesse direito; eu, cuja pele nunca se arrepiava só por fora; eu, que passei noites a fio à espera que chegasse o dia, na verdade, nunca soube amar. E digo isto porque, hoje, possuo o discernimento necessário que me permite perceber que aquilo que eu fazia era idolatrar, não era amar.

Nunca tive aulas sobre o amor, mas posso garantir que, se as houvesse, eu seria, com certeza, aquela aluna que se sentaria na primeira fila e que tinha sempre os cadernos imaculados e um estojo com canetas de todas as cores. Sempre fui atenta ao amor. Como se sentia, como crescia, como se vivia. Tinha sempre a lição estudada – mesmo não existindo aulas sobre o amor. Se era para sentir, eu sentia. Ai, se sentia. Se era para chorar, eu berrava. Se era para rir, eu gargalhava e, se era para gostar, eu amava. Sempre consumi o amor em dobro daquilo que era suposto. Nunca me chegava o normal. Nunca me chegava só gostar. Tinha de amar. Nunca me chegava um amor quente. Tinha de queimar. Nunca me chegava um amor para a vida. Tinha de ser para a vida e tinha de continuar para a morte. Era amor, caramba. E no amor não há medidas. Não há regras. Não há condições. Tão-pouco deve haver restrições. E, se era amor, era assim que se devia amar. Sempre.

Nunca fui de paixões fáceis, nunca me apaixonei facilmente, mas posso garantir que, sempre que me apaixonei, amei. Amei, sofregamente. Amei, a achar que estava a dar o meu melhor – e estava. Amei a acreditar que cada amor era o último. Amei para a vida. E também para a morte. Amei, cegamente. Dormi à pressa para que os dias chegassem mais rápido só para poder ouvir, novamente, «bom dia». E, tantas outras vezes, que me esqueci de dormir. Ficava deitada na cama a viajar nos projetos que íamos fazer a dois e na forma como os íamos tornar exequíveis. Amei, a achar que isso era saber amar. E assim foi com todos os meus amores. Todos, sem exceção. Não posso dizer que gostei mais ou menos, que foram amores mais ou menos ou que os amei mais ou menos. Não. Foram amores inteiros. Sentidos. Vividos. E sofridos. Amei a achar que isso era amar. Amei, a ter a certeza que sabia o que era amar. Mas, hoje, olhando para trás, chego à porta dos quarenta e concluo que, afinal, não soube amar. Sempre soube o que era o amor, sempre soube sentir o amor, mas depois não soube viver o amor. Não soube o que lhe fazer. Não soube consumi-lo. Não soube apreciá-lo.

Porquê? Porque estive sempre demasiado ocupada em tornar as coisas perfeitas. Estive sempre demasiado presente para os outros e demasiado ausente para mim. Esvaziei-me de mim para poder encher a outra parte do que eu achava que era saber amar. A minha vontade de amar era tanta que me esquecia – com muita facilidade – de me amar a mim também. Não achei que isso fosse importante. Nunca achei que fosse o mais importante. Sempre achei que o mais importante era demonstrar o quanto sabia amar. O quanto queria amar. O que podia fazer por saber amar. Andava tão ocupada em ser perfeita a amar que não me apercebia de que não podia amar a outra pessoa mais do que a mim própria. E foi, precisamente, aí que residiu o meu maior erro. Foi, precisamente, aí que deixei de saber amar. Quando deixei de me amar. Quando me esqueci de me amar. Quando achei que amar era só amar uma parte – a outra parte. Quando acreditei que o que importava era só a vontade da outra parte. O sorriso da outra parte. A outra parte.

Mas atenção. Que não se caia na tentação de atribuir culpa à outra parte. Isso seria um erro muito maior do que o de ter a certeza de que se soube amar. «Ele não me soube dar valor.» «Fiz tudo por ele.» «Ele nunca me amou.» É tão fácil cair neste engano. É tão mais confortável acreditar que a culpa foi da outra parte. É tão mais fácil assim. Esvaziamo-nos de culpa para podermos continuar a cometer exatamente os mesmos erros. E, convencidos de que estamos certos, lá continuamos a traçar o nosso caminho. E nunca chegamos a perceber porque é que as coisas continuam a dar errado. Porquê? Se nós amamos tanto porque é que não encontramos ninguém que seja merecedor do nosso amor?

A todos os meus (des)amores – aqueles que eu jurei que soube amar- a todos eles, atualmente, estou grata. Claro que nem sempre foi assim. Aliás, só é assim há pouco tempo. Também eu já incorri no erro de os culpar. Também eu já achei que foram eles que não souberem dar valor ao meu – tanto – amor. Mas, hoje, ironicamente, estou-lhes grata. A todos eles, sem excepção. Todos eles foram uma excelente fonte de aprendizagem. Com eles, vivi, insisti, errei e voltei a errar. Todos eles existiram para que eu pudesse aprender. E para que pudesse errar. Errei com eles, mas foi por causa deles que também aprendi. Fui colmatando falhas, limando arestas, aprendendo por ter errado. E, por isso, estou-lhes grata.

Há uns dias, uma grande amiga minha dizia-me que a vida é como a faculdade. Chumbamos tantas vezes quantas as necessárias até aprendermos a matéria. Até a sabermos na ponta da língua. E também aí, tantas vezes, achámos que estávamos a fazer tudo bem. O professor é que era injusto. Até que, um dia, surpreendentemente, voltamos a ir a exame e passamos. E aquela matéria, de tantas vezes a estudarmos, de tantas vezes errarmos, um dia percebemos que já a sabemos de cor. E, a partir desse momento, sabemos que não a voltamos a esquecer. Que não voltamos a errar. Assim é o saber amar. Primeiro, temos de errar. E vamos errar tantas quantas as vezes necessárias até aprendermos. Para nunca mais esquecermos. Assim é também o saber amar. Quando encontrarmos a pessoa certa; quando estivermos prontos para saber realmente amar, vamos perceber, finalmente, porque é que antes nunca tinha dado certo com mais ninguém. Mas isso só vai acontecer quando aprendermos que saber amar começa por nós. E eu já errei tantas vezes que arrisco dizer que, se existissem aulas sobre o amor, eu já estaria pronta para ir a exame.

Provocação Constante #2

Provocação Constante é uma série em que O Patriarca partilha algumas das pequenas provocações que vai fazendo à sua namorada. Estudiosos de Game e Red Pill sabem que o teasing (provocação) é essencial tanto para o jogo do engate como para a manutenção da tensão sexual dentro de uma relação. Os betas pensam erradamente que arreliar as miúdas lhes pode trazer problemas, quando é precisamente o contrário. Esta série pretende dar exemplos práticos disso mesmo. Always Be Teasing!

Contexto: O Patriarca tem um date com a namorada. Está a aperaltar-se todo, e decide pôr uma das suas camisas de manga curta favoritas, que tem um excelente fit especialmente nos braços.

Ela: Não gosto nada dessa camisa, veste outra…

SHIT TEST ALERT!!!

OP (exibindo os biceps): Tu não queres é que as outras olhem para isto!

Nessa noite houve forrobodó ao ar livre.

Confio-vos o meu futuro

Julguei estes memes, conforme os vi, produzidos na boa era do patriarcado, importados dum país lusófono onde a varonia impere, divulgados num recanto obscuro da internet onde a resistência clandestina ao Feminismo consegue, a custo, sobreviver. Mas provindo do epicentro político Estudantil de onde virão os líderes do país futuro, sinto-me, pela primeira vez em vida, seguro – Estamos francamente bem entregues.

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Como é isto possível? Num país onde o Feminismo detém um papel maior em todas as instituições governamentais e as organizações afiliadas ao Bloco de Esquerda policiam as universidades como os gorilas de Veiga Simão, este tipo de ideias – e seus protagonistas – há muito estaria alheada duma Academia tendente à androfobia. Mas o Estatuto, o sigilo e sobretudo o anonimato dos autores, permite-lhes expressar aquilo que pensam sem temer uma penalização política ou jurídica.

Este é um aspecto interessante sobre o funcionamento intemporal do movimento em causa. Desejando consubstanciar outro Maio de ’68, motivados por Professores estacionados nessa época e projectados por jornalistas ambicionando plasmá-lo, uma minoria irrelevante dos Estudantes Universitários, quase sempre gravitando em torno das ciências sociais e com suporte financeiro e logístico do BE, irrompem pelo país mediático, procurando condicionar as vivências proveitosas dos demais interditando as que consideram moralmente inferiores, da praxe às garraiadas. Só  que a democracia transversal às Associações do movimento, dizima estes protocandidatos nas urnas enquanto elege os seus antónimos – tipos com as duas cabeças e respectivos apêndices no lado certo do corpo e do espírito. Dir-me-ão que os primeiros falham na aproximação ao eleitorado cuja pretensão feminista ficou enterrada no pacote da Rosinha, presença assídua numa academia onde as conferências da Raquel Varela não preenchem os anfiteatros. Só que o critério eleitoral maior num meio jovem e dominado numericamente por mulheres só podia ser hipergâmico e os machos beta não vencem eleições.

A hipocrisia reinante, conduz a que a maioria das organizações estudantis- temerosos pelo seu futuro político – repudia-se os memes nos dias que se seguiram ao encontro. Entenda-se terem sido essas mesmas organizações, no entanto, a elaborá-las. Esta é, portanto, a matriz de pensamento dos dirigentes Estudantis, dos vencedores de eleições, dos agitadores massivos das gerações vindouras, os líderes de amanhã. Acredito não será regra, sobretudo nas grandes metrópoles, onde os grupusculos procuram subjugar a incapacidade de mobilizar outros colegas aos seus princípios de materialismo dialético e ocasionalmente, sobretudo com grandes investimentos do BE e do PCP, conseguem conquistar uma academia qual manobram para silenciar opositores políticos. Mas na maioria das escolas, nas grandes escolas, os vitoriosos são anti-feministas acérrimos. São dos nossos.

Quantas vezes não estiveram os Estudantes do lado certo da história, combatendo corajosamente por um futuro menos insano. No Chile os movimentos estudantis foram fundamentais para ultrapassar o Esquerdista Ibáñez e depois o Comunista Allende. No Afeganistão tomaram o poder às forças soviéticas governando por 7 anos um país onde ainda hoje detém influencia. Os homens jovens, brancos, com formação académica, são, como disse o Jack Donovan, os segmento mais relevante e perigoso duma sociedade. Em muitos países parecem estar hipnotizados e subjugados às prerrogativas do sistema. Em Portugal não estão. Contam com o meu apoio.

Valor sexual de mercado: Por que razão os looks e o dinheiro não são o mais importante?

Ao contrário do que acontece em outros espaços supostamente masculinos como o Men’s Health  ou o Reddit, onde feministas e paladinos da justiça social juntam esforços para obstruir a verdadeira narrativa da redpill, o fórum chupa-mos, onde Henry Chinasky tem passado uns tempos a navegar, poderá ser um dos últimos cantos da internet portuguesa digno do título “a fachoesfera portuguesa”.

O chupa-mos é um espaço onde nacionalistas, misóginos e racistas expressam as suas opiniões livremente, longe da censura que vigora nos media convencional e redes sociais.

O chupa-mos é um fórum bastante esclarecido relativamente à natureza hipergamica das mulheres – mulheres querem sempre homens de maior valor ( sendo as noções de valor mais comummente evocadas: dinheiro e atractividade física), e sabe que nice guys finish last – ser um beta que procura fazer todos os favores para agradar mulheres não traz nenhuma recompensa sexual. No entanto, parece ainda haver uma certa lacuna sobre a estratégia sexual a seguir pelos homens.

O que se nota por estes ares é que tomar a redpill tem um sabor amargo para a maioria dos homens. Ultrapassar esta fase é extremamente difícil, e aceitar o imperativo feminino sem se guardar rancores contra as mulheres é raro. O caminho é ainda mais doloroso quando a maioria dos homens é game denialist e abandona o seu destino no mercado sexual a factores fatalistas como a hereditariedade genética/financeira, ou a factores de muito longo prazo, como: o melhoramento físico através do ginásio, carreira/ negócios…

Henry Chinasky não nega o impacto do SMV( valor sexual de mercado) no processo geral da sedução. Alias, é um grande apologista de que o treino físico/musculação deveria ser obrigatório para todos os homens, assim como, que na missão de vida de cada homem, a perspectiva financeira deverá ter uma relevância muito superior à sexual/amorosa.

Contudo, no que toca a relações com o sexo oposto, uma aposto única nestas áreas pode muitas vezes não resolver e (mesmo) exacerbar os problemas. O não reconhecimento de que a maioria dos problemas advém da falta de comportamentos alfa; da desinformação que existe sobre as relações intersexuais; da inexistência de estratégias para vencer no mercado sexual (Game/PUA); e não de uma suposta falta de looks e dinheiro, cria um choque mental para muitos homens, que se deparam com os mesmos problemas repetidamente e não conseguem dar uma resposta adequada.

Mais tarde, analisaremos uma dessas questões colocada no fórum chupa-mos. Primeiro, comecemos por uma necessária recapitulação sobre o SMV.

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O que é o Valor sexual de mercado?

SMV
Evolução média do SMV para homens e mulheres ao longo do tempo

O SMV determina o nosso ponto na escala da hierarquia sexual. O SMV tem essencialmente duas componentes: a pessoal (determinada pela pessoa que somos) e a circunstancial (determinada pelo ambiente em que estamos).

A parte pessoal do nosso SMV resume-se a:

Poder/Recursos: inclui dinheiro, autoridade/poder real, extensão e domínio do círculo social, estatuto que a nossa profissão confere (proxeneta vs. cirurgião plástico), património, competição feminina pela nossa companhia, etc.

Aparência/Atracção Física: inclui nível de beleza natural, forma física, estilo/pinta com que nos vestimos/arranjamos, etc.

-Skills/Conhecimento: mastery de actividades: saber tocar um instrumento (ex:guitarra, piano), saber dançar (ex:salsa, kizomba); saber falar línguas (ex: francês, russo) ser praticante de um desporto (ex: surf, rugby), dominar uma arte de combate (ex: boxe, muay thai), inteligência, cultura geral, etc.

Personalidade/Atitude: inclui carácter, atitude no momento,  sentido de humor,  sociabilidade, estabilidade emocional, linguagem corporal, nível de game/sedução, etc.

A parte circunstancial, ou do ambiente em que nos encontramos:

Rácio homens/mulheres no local: por exemplo, numa festa em que há 100 homens e 10 mulheres qualquer uma delas vai receber toneladas de atenção masculina, além de que são um produto raro naquela festa. Mesmo que elas sejam feias ou banais o SMV delas todas sobe por serem um produto raro e o dos homens desce por estarem em abundância. Qualquer das mulheres vai ter um poder de escolha muito maior, por isso vai ser muitíssimo mais selectiva do que se a situação fosse inversa (10 homens para 100 mulheres).

Nível médio de qualidade das mulheres no local: se estamos numa festa só com modelos da victoria secret (vamos esquecer o rácio), o nosso SMV sobe e permite-nos aceder a mulheres de maior qualidade, pelo simples facto que o nível médio de qualidade das mulheres é muito alto (a pior de todas continuava a ser uma excelente conquista).

Nível médio de qualidade dos homens no local: se estamos numa festa com todos os melhores actores de hollywood e nós somos um homem médio de Lisboa, o nosso SMV desce brutalmente por comparação com eles. Da mesma maneira que se formos um advogado de sucesso, com pinta e em forma, numa festa, em que todos são uns geeks do World of Warcraft, o nosso SMV sobe por comparação com eles. Naquele momento as mulheres olham para nós e colocam-nos com uma melhor ou pior escolha por comparação com os outros homens disponíveis.

Tipo do ambiente do local: O CEO de uma empresa que no mundo empresarial é respeitado por todos e tem gajas à balda interessadas, mas na festa da kizomba de sexta à noite é preterido e ignorado em favor de qualquer azeiteiro musculado. Os estilos são simplesmente diferentes.

 

comer gajas
Podes ser um médico ou engenheiro de sucesso, mas esta gaja  fica é excitada com alfas acabadinhos de sair da prisão

 

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O user Bimbaum abriu o seguinte tópico intitulado Gajas de 20 e poucos.

“Estou com 26 anos, tenho estudos (sou Engenheiro Mestre), fiz o curso que quis, trabalho na minha área numa das melhores empresas do país, recebo acima da média para alguém com a minha idade/experiência, sou giro, forte, inteligente, reverenciado pela sociedade, etc etc… Mas apesar de bem sucedido não me considero uma pessoa totalmente realizada por causa das gajas, parece que só têm merda na cabeça. Será que são todas assim? Não sei, digam-me vocês nézés?
Sou filho único, o último da linhagem, não posso ser o último ramo da minha árvore genealógica, esse seria definitivamente o maior falhanço da minha vida.
Nos últimos meses tenho procurado uma mulher bonita, sensata, responsável, honesta e inteligente por quem consiga nutrir sentimentos de cumplicidade e intimidade para iniciar um projecto de vida comum, estável e independente com condições para ter filhos, enfim, viver o sonho…

O Bimbaum é um dos muitos homens com um valor sexual de mercado que supostamente não deveria suscitar problemas  (engenheiro numa boa empresa, bem parecido, inteligente e socialmente bem inserido), mas mesmo assim não se sente realizado por causa da sua vida amorosa. Analisemos o porquê de muitos homens com vidas minimamente organizadas não terem os resultados que querem com mulheres:

1. Não tomam acção suficiente / não abordam raparigas

De longe o principal factor para a falta de sucesso com mulheres. Seja porque o círculo social é demasiado pequeno, seja porque nunca tiveram jeito para meter conversa com pessoas desconhecidas, a maioria dos homens deixa-se ficar na área de conforto. As mulheres não caem do céu, elas nem sequer sabem que vocês estão livres para uma possível relação,  a não ser que abram o jogo/abordem. Cabe sempre ao homem tomar a iniciativa.

Hoje em dia, dada a miríade de opções disponíveis para conhecer mulheres, basta meter um pouco de força de vontade para que tal seja um sucesso. Seja através de Daygame (meter conversa na rua, transportes, cafés, supermercados) , de online game ( tinder, badoo), de círculo social ( a escola/faculdade e o trabalho são apenas os círculos obrigatórios da vida de cada um, se queres conhecer mais gente, podes praticar actividades ex: dança, partidos políticos, aulas de teatro, toastmasters, desportos em grupo…) e por último, mas não menos importante, nightgame ( bares, discotecas).

2. Não têm um método para seduzir

Numa sociedade feminista que difunde o “just be yourself” como o conselho padrão de engate para os homens, e que busca assustar os homens que procuram conhecer mulheres com leis anti-piropo e gritando a plenos pulmões uma inexistente cultura de violação, apenas quem teve a sorte de ser um natural alfa e acumular um bom numero de lays na juventude é que tem a mínima noção do que fazer para seduzir.

Para os outros, é maioritariamente ao azar, normalmente em encontros fortuitos durante um período em que os círculos sociais do ensino são propícios a muitas interacções com raparigas, o que algumas vezes leva a sucessos com mulheres.

“O que vou dizer?” “É estranho ir falar com elas” –   pensamentos beta de um amigo do Chinasky quando foi deparado com a possibilidade de conhecer mulheres do sexo oposto

Para não chegarem a esta situação, estejam preparados para qualquer contexto e interacção, leiam, por exemplo, o mystery method, ou outro modelo qualquer de game. Aprendam os conceitos e a terminologia do game, sem porém terem de seguir tudo à risca. Regra geral: ter um modelo mental/racional do que estão a fazer é indispensável.  

3. Vivem nos filmes de contos de fada disney em vez da redpill

O clássico filme de adolescentes onde o rapaz beta, nerd e estranho ( mas com bom coração) acaba, sem saber bem como, com a rapariga bonita do prom que sempre desejou, é incontestavelmente ficção.

No mundo real, 99% das vezes, a rapariga vai escolher o alfa, convencido, outcome independent (possui uma mentalidade de abundância tal que não se deixa afectar por desfechos negativos), que com uma frame forte e dominante, ultrapassa todos os shit tests.

A redpill cultiva a excelência nos homens e maximizar o SMV vai claramente nesse sentido. Embora não ter um valor sexual de mercado muito elevado quase nunca seja uma razão justificava para o insucesso sexual de um homem, quanto mais alto for o nosso SMV melhores mulheres obtemos, além de que o investimento que fazemos em todo o processo é cada vez menor. De modo que, tanto o ponto 1 – conhecer mulheres/abordagem – vai ser mais fácil, como no 2,  erros no game ou comportamentos beta  vão ser mais facilmente perdoados.

Atenção: Para quem gostaria de aprender o que é a redpill, façam um favor a vocês mesmos e fiquem um par de dias a absorver os resumos anuais do Rationalmale, ouro puro.

Tenho-me deparado com vários tipos de gajas:

1 – Aquelas que trabalham em empresas de merda e ganham muito menos do que eu. Algumas ainda nem acabaram os estudos mas estão sempre a fazer viagens para o estrangeiro (em lazer) e a postar fotos no facebook. Como é possível? Chapa ganha, chapa gasta? Não pensam no futuro? Não sou pai delas para as sustentar, puta que as pariu… O máximo a que podem almejar é uma vida razoável porém parasitária. Não servem para mim.

2 – As putas assumidas ou mulheres modernas e emancipadas das relações abertas ou namoros de curta duração, ainda não lhes chegou uma década ou mais de javardice… Mas o plano delas vai sair mais furado do que aquelas conas, daqui a 5 aninhos já estarão acabadas e ninguém as vai levar a sério.

Elas podem ter trabalhos mal pagos, não ter estudos, gastar todo o dinheiro, etc… mas não deixam de estar bem na vida e em capacidade de encontrar o melhor dos parceiros, o SMV feminino ( ao contrário do masculino) é quase exclusivamente baseado na beleza física.

Analisando o gráfico do SMV, verificam que as mulheres entre os 16-29 estão nos anos dourados do mercado sexual. Têm muito mais valor do que os homens da mesma faixa etária. Muitas aproveitam para satisfazer a hipergamia ao máximo, viajam pelo mundo, postam todas as fotos possíveis no facebook/insta para ostentar os seus status de SMV. E claro, fodem com o maior número de alfas possível. Quando chegam aos 30,  nota-se a tendência a mudar, a busca pelo beta provider ganha primazia ( a chamada vida parasitária que o Binbaum bem sublinhou).

3 – As mães solteiras, algumas desesperadas, outras sem noção. Em princípio não conseguirão parasitar ninguém em particular, apenas o estado que somos todos nós. São as mães guerreiras, coragem etc.

Por outras palavras, engravidaram de um alfa que não quis saber delas. Agora estão em busca de um provider que sustente o filho bastardo.

4 – Aquelas gajas que em 3 anos tiveram 6 cornos mas passam a vida a publicar artigos do jafoste no facebook e a pregar aos sete ventos que os homens são todos uma merda e não as valorizam. Passado um mês já estão com outro igual aos últimos 6, um merdas feio, desempregado e azeiteiro a viver do RSI.

Clássico Beta bait. Elas adoram tudo nos alfas que lhes meteram os cornos, o único problema foi que não os conseguiram manter. Respondam a esses pedidos de atenção beta com consideração por elas e ficarão para sempre catalogados como os gajos que não lhes despertam desejo sexual. Como é óbvio, um tempo depois estão de volta a um novo alfa (ou ao que lhes meteu os cornos n vezes)  não reactivo que não se deixa influenciar pelos caprichos da menina.

Estarei condenado a ter um filho por inseminação artificial como o cronaldo? Será que me vão obrigar a tratá-las como objetos descartáveis, como o pedaço de lixo que até agora têm demonstrado ser? Uma pastilha elástica que depois de mastigada se deita fora? Uma folha de papel higiénico a que se limpa o cu e se manda pela sanita abaixo? Será que este tipo de mulheres serve algum propósito para além de serem receptáculos de esperma? Será que hoje em dia há outro tipo de mulheres?- Bimbaum

Todas as mulheres devem ser tratadas como objectos descartáveis, essa é a mentalidade alfa. Quanto mais cedo perceberem que não existem gajas especiais/unicórnios mais rapidamente vão ser bem sucedido na vida amorosa.

Isto não significa que nunca possam ter relações de longo prazo bem sucedidas, mas que o idealismo blue pill da “nice girl” é um mito. No ambiente certo, com o alfa certo, a mais pura das raparigas vira uma slut completa.

alfa come qualquer gaja

“Good girls are just bad girls who never got caught.”

Feminista Badocha Queixa-se #2

Esta série não é de análises muito profundas. Pretende apenas documentar, para por repetição tornar óbvia a realidade, de que quem mais se queixa de não ter namorado ou da pressão social para o ter são as feministas gordas (e/ou velhas e/ou feias). Chega de enganar as raparigas jovens com a fantasia de que as baleias também encontram facilmente o amor.

Já passei dos trinta e não sou casada. E então?

Em primeiro lugar, antes que alguém se lembre de dizer que a tipa da foto não é gorda: O Patriarca já experimentou encontros online o suficiente para saber que se uma mulher põe uma foto de perfil em que dá ideia que pode eventualmente ter uns gramas a mais… É gorda.

Adiante.

Temos aqui um perfeito exemplo de porque é que uma mulher com uma cara de que só uma mãe pode gostar não se pode dar ao luxo de ser feminista: ou acaba como cat lady ou fica “fã” de viajar sozinha.

paula cosme pinto
Esta fronha precisava de um corpo escultural para arranjar um homem minimamente decente.

Curiosamente, no seu queixume enumera uma série de verdades que prontamente nega:

  • a assunção de que todas nós temos o casamento como uma meta a cumprir.
  • É curioso que um homem que permaneça solteiro tem a aura charmosa do bon vivant. Já uma mulher, é basicamente uma encalhada.
  • a crítica implícita: nós é que não conseguimos ‘arranjar’ ninguém
  • Mas se até aos trintas isto ainda não aconteceu, então algo nitidamente está a falhar.
  • Quando temos vinte e poucos anos, perguntam-nos estas coisas com um sorriso compincha. Passados os trinta, o semblante já carrega alguma preocupação.
  • Muito provavelmente, somos mulheres estranhas, demasiado masculinas, com a “mania da independência”, demasiado mau-feitio, traumas graves ou com um profundo ódio aos homens em geral

Portanto, não é que nunca tenha tido contacto com a realidade, tão-somente faz um esforço activo por negá-la.

O Patriarca apela a que a sociedade continue a fazer chover estas doses de sabedoria ancestral sobre todas as mulheres que dêem sinais de enveredar por esse caminho enfermo. Por cada Paula Cosme Pinto que escolhe ignorá-las e depois ter uma coluna de jornal a queixar-se disso, haverá muitas jovens a ser salvas de um destino infeliz.

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Já passei dos trinta e não sou casada. E então?

Com a chegada do verão, chegam também os convites para casamentos. Há uns tempos estava eu a jantar só com mulheres e percebi que, para quase todas, ir a uma festa do género significava de lidar com um rol de perguntas indiscretas sobre a sua vida privada. Das solteiras às enamoradas, passando, inclusive, pelas divorciadas, eis a principal questão a que nenhuma se escapa, como se disto dependesse o sua realização pessoal neste mundo: “Então e tu, quando é que te casas?”. Melhor que isto só mesmo o eterno ” não consegues arranjar ninguém?”, mas já lá vamos.

Se a partir dos vintes já se ouve a pergunta sobre o casamento, é certo e sabido que passando os trintas a mesma surge quase como uma sentença por incumprimento do ciclo correto da vida: ‘arranjar’ alguém, casar e ter filhos, enquanto ainda se é nova, claro. Porque, pelos vistos, também temos prazo de validade nisto do amor. Há várias coisas que são particularmente desagradáveis nesta pergunta feita com aparente inocência, começando pelo mais óbvio: a assunção de que todas nós temos o casamento como uma meta a cumprir.

É curioso que um homem que permaneça solteiro tem a aura charmosa do bon vivant. Já uma mulher, é basicamente uma encalhada. E se, por acaso, os nossos planos simplesmente não passem pela vontade de casar e ter filhos, algo está nitidamente mal. Há olhos, incrédulos, que se reviram em jeito de julgamento, e, invariavelmente, soltam-se profecias do género: “Dizes isso agora, mas quando arranjares alguém vais querer”. No que toca a estas coisas, a escolha e vontade individual de uma mulher não interessa para nada, porque o seu papel está bem definido desde o dia em que nasceu.

”ENTÃO E TU, NÃO CONSEGUES ARRANJAR NINGUÉM?”

Esta profecia leva-nos diretamente a outra pergunta dispensável, mas também bastante comum, principalmente quando se chega sozinha a um casamento: ”Então e tu, não consegues arranjar ninguém?”. Quem a diz pode até não ter noção, mas a carga recriminatória desta frase é de digestão difícil. Novamente, parte-se do princípio de que temos de partilhar a vida com alguém para sermos felizes. Depois, a crítica implícita: nós é que não conseguimos ‘arranjar’ ninguém, algo que, como todos sabemos, é um objetivo indispensável pelo qual devíamos batalhar todos os dias. Aparentemente tão simples quanto ir ao talho e arranjar um pedaço de carne que nos agrade para levar para casa.

De vez em quando, também surge o famoso “ninguém te pega?”, que, para além de ser um comentário de uma classe extrema, também nos coloca a nós na qualidade de peça de fruta que alguém já deveria ter pegado e metido na cesta. Parece-me relativamente claro que as relações de intimidade, quando as queremos para as nossas vidas, não se arranjam, acontecem. Mas se até aos trintas isto ainda não aconteceu, então algo nitidamente está a falhar. E devemo-nos sentir preocupadas – ou até mesmo culpadas – com isso. E a verdade é que muitas mulheres acabam por se sentir assim.

“QUERES FICAR PARA TIA?”

Quando temos vinte e poucos anos, perguntam-nos estas coisas com um sorriso compincha. Passados os trinta, o semblante já carrega alguma preocupação. Quando nos aproximamos dos quarenta, somos claramente um caso perdido, “deixadas para trás” na linha de montagem da ordem supostamente natural das coisas. Muito provavelmente, somos mulheres estranhas, demasiado masculinas, com a “mania da independência”, demasiado mau-feitio, traumas graves ou com um profundo ódio aos homens em geral (nesta regra de três simples, querermos ter uma relação com alguém do mesmo sexo entra, obviamente, na categoria da “mulher estranha”). Se o nível alcoólico já for elevado aquando desta conversa, talvez ainda se acabe mesmo por ouvir o famoso “mas queres ficar para tia?”. O que é também um comentário deveras simpático de se ouvir em dia de festa.

Contudo, o tal rol de perguntas e comentários, feitos sem pudor, ora por familiares, ora por amigos, ou até mesmo por ilustres desconhecidos que se cruzam connosco pela primeira vez, não se resume a isto. Quanto a isto, falo por mim: partilhar a vida com alguém também não é suficiente para as expectativas da nossa sociedade. “Mas há algum problema para não casarem?”, ouve-se amiúde num sussuro, seguido do mítico “então ele não te pede em casamento?”. Pelos vistos, um casal só parece ser digno desse nome quando há papel assinado ou festa com vestido branco que comprove o seu amor. E, é claro, querer ou não querer casar passa pela vontade do homem, responsável máximo por dar o passo e por decidir o caminho dos dois. A mulher que espere, passiva, pela sua sorte.

Sei que há coisas mais preocupantes no mundo – haverá sempre – mas tal como no caso das perguntas sobre “para quando uma gravidez?”, escrevo este texto como chamada de atenção para a pressão e mal-estar desnecessários que muitas vezes causamos nos demais com comentários do género. Entendam, são perguntas carregadas de julgamento. Sei que muitas vezes surgem como conversa fácil e de circunstância, algo que se faz por hábito e que supostamente ninguém leva a mal. Mas, não só essas perguntas não acrescentam absolutamente nada de bom à vida de quem as ouve (e, já agora, também à de quem as faz), como podem ser catalisadoras de emoções muito amargas.

Falando concretamente no impacto que têm nas mulheres, são perguntas que, demasiadas vezes, têm o condão de magoar, desrespeitar, menosprezar, fomentar inseguranças e criar frustrações, porque quer queiram, quer não, nós crescemos a ouvir que aquele é o caminho certo a seguir e se não o fizermos a tempo a nossa vida roça o falhanço. Mas, acima de tudo, estas são perguntas invasivas, e a vida privada de cada um de nós – homens e mulheres – só a nós diz respeito. Não custa nada manter isto em mente e usar antes o empecilho Trump, por exemplo, quando for preciso fazer conversa de circunstância.